
A Agência Reguladora Multissetorial da Economia (ARME) anunciou a atualização dos preços máximos de venda ao consumidor final dos combustíveis, que entram em vigor às 00h00 deste domingo, 1 de Junho. A revisão traduz-se num aumento médio de 4,36% nos preços dos combustíveis comercializados no país.
Segundo a ARME, a atualização resulta da aplicação da Resolução n.º 63/2026, de 30 de Março, alterada pela Retificação n.º 35/2026, de 31 de Março, que suspendeu temporariamente o mecanismo habitual de fixação dos preços dos produtos petrolíferos regulados.
A entidade reguladora explica ainda que os novos preços refletem o disposto no Despacho Conjunto n.º 05/2026, de 30 de Maio, que estabelece os limites de ajustamento dos combustíveis e define os mecanismos de compensação e ajustamento para o mês de Junho.
Apesar da subida agora anunciada, a ARME sublinha que, caso o mecanismo normal de fixação de preços não estivesse suspenso, o mês de Junho teria registado uma redução média de 3,30% nos preços dos combustíveis. A mesma fonte acrescenta que, desde Março, teria ocorrido um aumento acumulado médio de 40,45%, caso não tivesse sido aplicada a suspensão do referido mecanismo.
Com a nova atualização, a gasolina passa a ser vendida a 163,20 escudos por litro, enquanto o gasóleo normal sobe para 137,10 escudos por litro. O gasóleo destinado à produção de eletricidade passa a custar 98,80 escudos por litro e o gasóleo marinha fixa-se nos 95,10 escudos por litro.
O petróleo passa a ser comercializado a 173,40 escudos por litro. Já o fuelóleo 380 terá um preço de 70,70 escudos por quilograma, enquanto o fuelóleo 180 passa a custar 73,80 escudos por quilograma.
No que diz respeito ao gás butano, os preços mantêm-se inalterados. O produto a granel continua a ser vendido a 144,30 escudos por quilograma. As garrafas de 12,5 quilos permanecem nos 1.804 escudos, as de 6 quilos nos 866 escudos, as de 3 quilos nos 411 escudos e as de 55 quilos nos 7.937 escudos.
NN