
Vinte e três agentes da Polícia Nacional (PN) concluíram esta sexta-feira, na Cidade da Praia, o terceiro curso de Táticas e Técnicas de Condução em Mota, uma iniciativa que visa reforçar a capacidade de resposta e a mobilidade das forças de segurança.
A formação, com uma carga horária de 189 horas, envolveu agentes dos comandos regionais de São Vicente, Santiago Norte, Santiago Sul e do Comando das Unidades Especiais (CUE). No encerramento, foram entregues certificados e cartas provisórias de condução a 14 dos formandos com melhor desempenho.
O ministro da Administração Interna, Paulo Rocha, considerou a formação “uma ferramenta essencial” para garantir intervenções mais rápidas e eficazes, especialmente em zonas de difícil acesso. “Estamos a investir em competências operacionais, mas também na confiança do cidadão, que precisa de sentir a presença da polícia de forma próxima e eficiente”, afirmou, garantindo que o modelo será reforçado com novos meios técnicos e mais agentes capacitados.
O governante sublinhou ainda que o Executivo continuará a apostar na modernização da PN, com foco na formação contínua, reequipamento e melhoria das condições operacionais em todo o país.
Por sua vez, o diretor nacional da Polícia Nacional, superintendente-geral Jorge Humberto Andrade, destacou o empenho e a dedicação dos agentes, reiterando o compromisso da instituição com a valorização dos recursos humanos e o reforço das competências operacionais.
O comandante das Unidades Especiais, subintendente José Cabral, explicou que a formação, ministrada com recursos próprios da PN, dota os agentes de capacidades essenciais para intervenções rápidas em contextos de perseguições, patrulhamentos e operações de resposta imediata.
“A mobilidade proporcionada pelas motas permite uma atuação mais célere e eficaz, sobretudo em áreas de difícil acesso”, sublinhou, enaltecendo também o profissionalismo dos formadores e o apoio logístico da equipa técnica.
Durante a cerimónia, um dos formandos discursou em nome da turma, sublinhando a importância da preparação recebida. “Ser Polícia de Intervenção Rápida é correr na direção contrária ao perigo e proteger o cidadão com coragem e responsabilidade”, afirmou.
O curso insere-se na estratégia de reforço da prontidão e capacidade operacional da Polícia Nacional, com o objetivo de melhorar a resposta às necessidades de segurança em todo o território nacional.
NN/Inforpress