São Vicente: Oficiais e justiça preparam greve para julho

30/05/2025 19:34 - Modificado em 30/05/2025 19:34
Oficiais de justiça de São Vicente em protesto na ilha. Foto 30/05/2025

Os oficiais de justiça exigem a resolução de um conjunto de pendências desde a atribuição de um subsídio de risco e de exclusividade, adequação ao novo PCFR da Função Pública, posse de armas, atualização salarial, entre outros. Ou seja, querem o cumprimento das promessas do Ministro da justiça.

As reivindicações, referem os profissionais da classe, são antigas e continuam sem conhecer qualquer tipo de solução, no entanto, alegam que as promessas ” Ministério da Justiça “abundam”.

Depois de três séries de protestos, as sextas-feiras, da manifestação nacional, os oficiais de justiça chegaram hoje ao fim, sem nenhuma resposta que os agradasse.

“Na primeira semana tivemos um feedback por parte do Ministério da Justiça, mas que não nos agradou, pelo que o nosso propósito é continuar a nossa manifestação”, explicou Litos Sousa, porta-voz dos oficiais de justiça.

E caso não haja uma resposta positiva de forma a terem um acordo justo, como foi proposto pela classe irão para a greve. “Tivemos uma boa resposta dos oficiais de justiça em todas as ilhas. Mais de 90% vão aderir à greve”.

Dizem que a proposta apresentada pela tutela da classe, tendo em conta o prazo de 90 dias para terem o estatuto aprovado não é concretizável e por isso não houve acordo. 

“Sabemos que daqui a 90 dias iremos ter uma conjuntura diferente no país. Por isso pedimos que fosse feita em 60 dias. Até 30 junho estará pronto, para que em finais de julho seja aprovado”.

Uma situação que também não foi levada em conta pela tutela, logo, a solução será a greve. Uma medida que reconhecem terá fortes implicações no sistema de justiça do país. “Se tivermos que partir para a greve será no mês de julho, uma data crucial”.

NN

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