
Após o término da greve que arrancou na semana passada, 23 de Maio, e que terminou esta segunda-feira, o sindicato dos pilotos da TACV afirmou que não houve avanços nas negociações e que vão preparar novas ações e acusaram a administração da empresa de ter ficado calada perante as suas reivindicações.
Em entrevista à Rádio de Cabo Verde, Edmilson Aguiar disse que a requisição civil foi feita em cima da hora, a oito pilotos, e o sindicato só tomou conhecimento da requisição pela imprensa.
O sindicato nega incumprimento com a defesa que uns dos dois pilotos requisitados estavam no simulador e um terceiro com a licença caducada e outro de baixa médica, negando assim incumprimento.
A RCV noticiou que vai ser aberto um inquérito interno para ser averiguado o motivo de que alguns pilotos faltaram à requisição civil decretada pelo governo.
O sindicato dos pilotos alega que as administrações dos TACV não têm tido vontade para resolver os problemas dos trabalhadores da empresa, nomeadamente dos pilotos e do pessoal de cabine.
Não foram resolvidas, em 2024 houve o anúncio da primeira greve e houve a mudança do Conselho de Administração, houve o anúncio de uma segunda greve, segundo o sindicato, houve uma paciência por parte dos profissionais, mas alega que Conselho de Administração optou por não resolver essas questões.
“Isso a contar de 24 de julho de 2024 até a presente idade, então dizer que é necessário mais tempo para resolver essas questões não pode ser, aliás convém deixar claro porque mesmo durante o processo de negociações no dia 21 o Conselho de Administração tomou a liberdade de entrar em contato de forma individual com os pilotos para tentar ver se os pilotos desistissem da greve, mas não foi o caso, não aconteceu, então tivemos que ir para a greve”.