Ilha do Sal acolhe em Março Conferência Internacional da Juventude Africana

12/02/2020 01:14 - Modificado em 12/02/2020 01:14
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A ilha do Sal acolhe em Março a Conferência Internacional da Juventude Africana, sob o lema “Democracia, Migrações e Emprego – o compromisso dos jovens com uma África democrática, pacífica, próspera e inclusiva”.

Sob o alto patrocínio dos Presidentes da República de Cabo Verde e do Senegal, o evento tem como objetivo a defesa da institucionalização de “encontros internacionais envolvendo a juventude africana constitui um mecanismo e um espaço de diálogo por excelência, para uma maior assunção, pelos jovens”.

Para Jorge Carlos Fonseca, não será possível equacionar e encontrar soluções para os complexos problemas de paz e estabilidade e do desenvolvimento em África, sem o envolvimento da juventude, a sua maior riqueza.

E assegura que estes encontros “têm o mérito de propiciar estabelecimentos de networking entre os jovens para que possam começar a agir cada vez mais de uma forma mais concertada levando as suas preocupações às instâncias políticas do continente”.

Partindo desse pressuposto, o Chefe de Estado diz que esta Conferência Internacional da Juventude  cumprirá, por certo, o propósito de estabelecer uma plataforma de diálogo e de reflexão sobre diversos temas relacionados com os desafios da juventude no nosso continente. 

Um dos grandes objetivos desta conferência é promover a reflexão sobre as principais questões da factualidade africana que afectam o segmento juvenil e lançar sementes para a construção de uma relação sólida, de proximidade e de cumplicidade entre os jovens de diferentes países, tendo em vista uma melhor conexão entre os jovens do continente africano na defesa de uma África e um Mundo livre, pacífico, estável e inclusivo. 

Esta Conferência Internacional da Juventude pretende dar uma particular importância ao modo como os jovens olham para democracia africana e o próprio futuro do continente, ao seu papel na promoção de uma cultura de liberdade, de paz e desenvolvimento. 

As problemáticas das relações de género, da não-violência e da proteção das crianças e adolescentes em contexto de risco, merecerão uma atenção muito especial, pois o desenvolvimento é um processo só apenas possível no quadro do respeito pelos direitos das pessoas, particularmente, das mulheres e das crianças, alicerces da cultura de paz. 

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