Professor diz que tem três meses de salário em atraso

28/12/2019 22:30 - Modificado em 28/12/2019 22:30
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Muitos professores selecionados pelo Ministério da Educação (ME) para este ano letivo já vão com três meses de salários em atraso, o que já suscita critícas da classe, para com o ME.

Foi através da rede social Facebook que o docente Artur Brito deu conta da situação por que passa, e ao mesmo tempo crítica o Ministério pelo sucedido. O mesmo diz acreditar que aos governantes e suas famílias não falta nada e ainda com algumas “mordomias” à custa do erário público.

Artur Brito vinca que nesta quadra festiva ainda não conseguiu oferecer um presente aos seus filhos, pois ainda não viu a cor do seu salário. “Não obstante todo o meu empenho e motivação ao longo de três meses de muito trabalho. Depois queremos professores motivados” acrescenta.

Este docente vai mais além assegurando que já não acredita nos governantes e, tão pouco num “futuro melhor” para o seu país. “Este país que tanto amo, começa a fazer-me acreditar, infelizmente, que devo urgentemente pensar o futuro dos meus filhos e com certeza será em outras paragens” assegura.

Uma situação que parece estar a afetar quase todos os docentes nomeados pelo ME para este ano letivo, esperando-se agora uma reação do mesmo para se saber a sua posição perante tal polémica ora levantada por este docente. 

Entretanto, em nota de imprensa divulgada hoje pelo  Ministério da Educação (ME), este garantiu que os professores que foram recrutados no Processo de Contratação de Docentes para dar aulas durante o ano lectivo 2019/2020 vão receber os respectivos salários até segunda-feira, 30 de dezembro.

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