PJ esclarece que morte de agente da Polícia Nacional deveu-se a causas naturais

22/11/2019 00:05 - Modificado em 22/11/2019 00:05
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O resultado da autópsia realizada ao corpo do agente da Polícia Nacional, José Luís Correia, falecido esta quarta-feira, 20, na cidade de Assomada, Concelho de Santa Catarina de Santiago, aponta para morte natural, decorrente de hemorragia digestiva alta.

José Luís Correia Neves trabalhava na investigação criminal e foi encontrado, nas proximidades da sua residência, em Chão de Santo, em Santa Catarina de Santiago.

Apesar de diversas especulações, a PJ esclarece que a autópsia revela que uma hemorragia digestiva alta (HDA) ou sangramento gastrointestinal superior foi a causa de morte do agente.

Num comunicado enviado anteriormente às redações, a PJ já havia descartado o uso de arma de fogo ou arma branca. «Na sequência da localização, na manhã desta quarta-feira, 20 de novembro, na cidade de Assomada, concelho de Santa Catarina de Santiago, do corpo do agente da Polícia Nacional, José Luís Correia, a Polícia Judiciária informa que diligências preliminares feitas no local não apontam no sentido de uso de qualquer arma de fogo ou arma branca», revela. O sangue encontrado no local é decorrente da hemorragia.

Ativista social e árbitro internacional

José Luís Correia, 42 anos, uma figura muita conhecida em Cabo Verde, por causa da sua actividade social, era professor de Karaté – 4º Dan da Federação Mundial de Karaté, além de árbitro internacional de kata e kumite. Ficou registado de ter sido também um dos mentores da criação das estruturas cabo-verdianas de karaté e diretor técnico nacional da modalidade.

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