Grupo parlamentar do MpD em visita de trabalho a S. Vicente

18/11/2019 14:39 - Modificado em 18/11/2019 14:39
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O grupo parlamentar do Movimento para a Democracia (MpD, poder) encontra-se na ilha de São Vicente, em visita de trabalho com objetivo de auscultar as autoridades para auxiliar no debate do Orçamento do Estado (OE).

Durante dois dias os deputados do MpD estarão na ilha preparando a discussão do OE que ocorre neste mês de novembro que, segundo o líder parlamentar, Rui Figueiredo Soares, será discutida na generalidade e aprovada na generalidade, no Parlamento. “Estamos aqui em São Vicente para ouvir as autoridades locais assim como empresários, de visita a algumas empresas, para termos maior informações sobre o estado de funcionamento da ilha”.

Uma oportunidade, segundo este deputado, de, a partir de São Vicente, dependendo do que ouvirem, prepararem-se para a defesa deste “importante instrumento nacional” que é o OE.

Questionado sobre as implicações que o Orçamento de Estado terá para a ilha, Rui Figueiredo diz que São Vicente é uma ilha que também “podemos considerar um motor da economia do país e certamente muitas das políticas terão reflexo importantes em São Vicente”.

Entretanto, assegura que o governo, não entende o Orçamento de Estado como “uma manta de retalhos” em que cada ilha vai ver aquilo que lhe cabe. Mas garante que mesmo assim, estarão alocados montantes importantes para o desenvolvimento de projetos na ilha, que irão “influenciar a economia da ilha”.

Sendo o instrumento geral para o funcionamento da economia e do país, Rui Figueiredo diz que sendo o Estado, a instituição que mais peso, ainda tem na economia, o OE tem soluções para todo o país. “Mesmo as soluções que não digam respeito diretamente a São Vicente, têm a ver com o empresariado, as facilidades para o sector privado, emprego jovem e condições de financiamento, logo, com impactos a nível nacional”.

No encontro desta manhã com o Secretário de Estado para a Economia Marítima, onde o foco esteve nos transportes marítimos inter-ilhas, Figueiredo diz que pelas informações obtidas, apesar das turbulências iniciais, visto que não é fácil resolver estas questões, de imediato, muitas coisas foram feitas nestes três meses. “As embarcações serviram mais de 3 mil passageiros e surgiram novas rotas que não existiam.

E em relação a principal rota marítima, São Vicente/Santo Antão diz que estas questões serão resolvidas e que brevemente “teremos uma boa solução para os transportes marítimos”.

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