SINTSEL de costas voltadas com o SIACSA e SIAP

15/11/2019 01:02 - Modificado em 15/11/2019 01:02
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Foto: Inforpress

O Sindicato Nacional de Agentes de Segurança Pública e Privada, Serviços, Agricultura, Comércio, Pesca e Afins (SINTSEL) acusa o Sindicato de Indústria Geral, Alimentação, Construção Civil, Agricultura, Florestas, Serviços Marítimo e Portuário (SIACSA) e o Sindicato da Indústria, Agricultura e Pesca (SIAP) de criarem um clima de mau estar entre os sindicatos.

Na sua página da rede social Facebook, o presidente do SINTSEL, Manuel de Barros, acusa os representantes dos dois sindicatos de atacarem a sua pessoa em vez de se preocuparem com a situação dos vigilantes.

Estas declarações surgem no âmbito de um encontro entre os vigilantes e o governo, que teve como objetivo ouvir a classe.

Conforme este sindicalista, O SIACSA e o SIAP, seus representantes na reunião, em vez de se mostrarem preocupados com a situação dos vigilantes têm feito uma campanha contra o SINTSEL. “As suas preocupações foram com a minha presença no local e contestaram isso”.

Manuel de Barros diz que o ataque lançado à sua pessoa, com presidente do sindicato, também prejudica os vigilantes. “Esta não é a postura de um sindicato. Estive no local para lutar pelos interesses dos vigilantes, portanto se o papel de Sindicato é união, principalmente na negociação, tiveram uma falha grave”, escreve o sindicalista.

Declarações refutadas por Gilberto Silva que se defende alegando que desde o mês de outubro que se encontra na ilha de São Vicente em preparação a cumprir uma agenda de trabalho.

“Não participei na reunião do dia 11 de novembro, no Ministério das Finanças com as empresas de segurança privada e nem dei quaisquer entrevistas nos órgãos da comunicação social sobre essa matéria”, responde o líder do SIACSA, que questiona a atuação de Manuel Barros.

Por seu lado, Barros avança que o governo mostra-se aberto a negociações, afirmando que no Orçamento de Estado vão assumir os seus compromissos. Mas que não se deve esperar que tudo fica a cargo do Estado resolver. “Cada um tem que assumir os seus compromissos porque o estado não perdoa dívidas, mas sim pode negociar a forma de pagamento.

“Também ficou o compromisso junto de Administração Interna que vai inteirar-se do que falta fazer”, destaca Barros.

Por seu turno, o SIACSA diz que quer um olhar diferente para o sindicalismo cabo-verdiano, referindo que querem uma resposta positiva agora e em janeiro tudo resolvido e que seja uma realidade.

EC

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