Presidente da FIC: “Graças a este evento a internacionalização das nossas empresas e economia é hoje uma realidade”

14/11/2019 01:43 - Modificado em 14/11/2019 01:43
Gil Costa – presidente do Conselho de Administração
da Feira Internacional de Cabo Verde (FIC)

O presidente do Conselho de Administração da Feira Internacional de Cabo Verde (FIC), Gil Costa, aquando da abertura da 23ª edição da feira realçou que ao longo dos 23 anos a FIC tem sido uma plataforma de negócio que tem permitido a Cabo Verde conhecer “inquestionáveis ganhos” de competitivade.

Gil Costa assegurou que a FIC tem ajudado o país numa diversificação crescente de bens, produtos e negócios, realçando que este evento tem sido o “rosto da internacionalização da economia cabo-verdiana e que é graças à FIC que existe a internacionalização das empresas o que fez com que a economia cabo-verdiana se transformasse hoje em dia numa “realidade factual”.

“Esta última edição que acontece nestas instalações, desabrocha uma nostalgia, pois ao fim de uma quinzena de edições, sonhando, trabalhando e respirando negócio é chegado a hora de sairmos da nossa zona de conforto e continuarmos a esmerar para que o futuro das feiras e congressos do país sejam uma efetiva realidade, continuando assim todo o trablho que temos vindo a fazer” revelou o presidente da FIC, sobre a última edição do evento a ser realizado no espaço na Laginha.

Já Belarmino Lucas, presidente da Câmara de Comércio do Barlavento, considerou que nestas 23 edições a FIC consolidou-se, cresceu, afirmou-se como um momento, evento e local “incontornável para a promoção dos negócios em Cabo Verde e para o desenvolvimento do sector privado nacional”.

Belarmino Lucas – Câmara de Comércio do Barlavento

“Um sucesso. Portanto, a FIC necessita permanentemente de se reinventar e ser capaz de responder às exigências e crescentes responsabilidades. Todos os anos são várias as empresas que ficam à porta no Mindelo e na Cidade da Praia, por não conseguirem ter stands de exposição, por falta de espaço. Por isso é uma necessidade de termos infraestruturas modernas para estarem a altura do prestígio que a feira já adquiriu e do propósito nacional de fazer de Cabo Verde uma economia de circulação” indicou.

Por isso, Belarmino Lucas, augura começar já em 2021, ou seja, na 25ª edição do evento, em novas instalações “mais dignas, com espaços e melhores condições”.

De frisar que a 23ª edição da FIC, comporta 88 expositores e 180 stands provenientes de vários países, mas marcada sobretudo pela grande adesão das empresas nacionais.

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