PR pede reforço das capacidades de resposta das autoridades face a “indícios de insegurança”

6/11/2019 02:44 - Modificado em 6/11/2019 02:44

“Hoje, tendo em conta indícios de alguma insegurança localizada, as Forças Armadas e a Polícia Nacional devem reforçar as suas capacidades de resposta a esta situação, no quadro do combate à delinquência urbana, o crime organizado, os tráficos de droga e de pessoas”, exortou Jorge Carlos Fonseca.

A posição foi assumida pelo chefe de Estado na sua mensagem do dia consagrado à Defesa Nacional, que se comemora anualmente, desde 2011, no dia 06 de novembro, efeméride que recorda a epidemia de dengue que em 2009 atingia todo o país.

Para o Presidente da República a “disponibilidade permanente” daqueles órgãos, “longe de dispensar a contribuição do cidadão, tem de contar com a sua participação ativa na edificação da Defesa Nacional, um dos pilares da nossa democracia e do Estado de Direito”.

O chefe de Estado, na mensagem hoje divulgada, sublinha que “num contexto caracterizado pela existência de tráficos de drogas, pessoas e armas, através de organizações transnacionais, de intervenções desestabilizadoras de grupos terroristas, da pirataria marítima e da instabilidade política que caracterizam alguns países da sub-região, a promoção e o reforço dessa aliança é de suma importância”.

O dia consagrado à Defesa Nacional foi instituído em 2011, como forma de homenagear e reconhecer todos aqueles que, “de uma forma consciente, altruísta, individual ou coletivamente, se associaram e responderam ao apelo da Nação, colaborando de forma abnegada no controlo da epidemia da dengue”.

Essa epidemia provocou, em 2009, mais de 21 mil casos suspeitos, com a evolução de mais de 170 para febre hemorrágica e o registo de cinco mortes em território cabo-verdiano.

Com Lusa

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