ICIEG defende a criação de estratégia para a CPLP no tratamento dos casos de feminicídio

4/11/2019 23:45 - Modificado em 4/11/2019 23:45
Foto: Inforpress

Segundo a presidente do ICIEG, o feminicídio continua a ser um fenómeno que preocupa a todos a nível mundial e os países da CPLP também não fogem à regra porque têm registado vários casos de feminicídio.

“É urgente uma estratégia comum ou agenda comum no sentido de pormos foco a estes fenómenos que continuam na ordem do dia e que é a forma extrema da violência que queremos evitar”, defendeu.

Citado pela Inforpress, Rosana Almeida, presidente do Instituto Cabo-verdiano para Igualdade e Equidade do Género (ICIEG) defende a necessidade de definir uma estratégia comum para a Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP) no sentido de porem cobro aos casos de feminicídios.

Rosana Almeida fez esta apreciação à imprensa, à margem da VI Reunião de Pontos Focais para a Igualdade da CPLP, que acontece durante dois dias na cidade da Praia e que antecede a VI Reunião de Ministros e Responsáveis pela Igualdade de Género da CPLP, previsto para o dia 06.

Durante este encontro dos pontos focais, presidido pela ICIEG, os países que compõem a CPLP vão analisar a problemática da violência baseada no género (VBG) e o feminicídio na CPLP.

Da agenda de trabalho consta o balanço e a apreciação da execução do Plano de Trabalho de 2017-2020 de cada país, apresentação das actividades da presidente pro-tempore, na temática igualdade de género e empoderamento da mulher, para o biénio 2019-2020 por Cabo Verde, e discussão de novas propostas de actividades de cooperação.

Cabo Verde, segundo Rosana Almeida, irá apresentar algumas propostas com o intuito de serem abraçadas pela Comunidade, como é o caso de um programa televisivo, concurso de contos para a igualdade de género e novas medidas de taxas aduaneiras.

Fonte Inforpress

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