Viemens, o menino prodígio que entrou na universidade aos 12 anos

29/10/2019 16:04 - Modificado em 29/10/2019 16:04

Viemens Bamfo tem 12 anos e foi admitido este fim de semana na Universidade do Gana, Legon, para estudar Administração Pública. É o mais novo entre os mais de 2900 novos alunos matriculados.

Viemens, foi educado em casa pelo pai depois de ter completado a educação primária em Akyem-Oda, na região leste. É o segundo elemento da família que teve aulas em casa com o pai. O irmão mais velho, Edwin Bamfo, formou-se na Universidade de Ciência e Tecnologia Kwame Nkrumah (KNUST) como cientista ambiental aos 20 anos.

Viemens, em entrevista à Citi TV, com sede em Accra, afirmou que o pai criou um sistema próprio de ensino por associação para ensinar os filhos.

Após completar o curso universitário, o rapaz tem o sonho de se tornar presidente do Gana aos 40 anos de idade, afirmando que é admirador do atual presidente do Gana, Akufo-Addo, tem como modelo o ex-presidente dos EUA, Barack Obama.

“Quero melhorar a nossa nação e fazer dela um dos países mais desenvolvidos do mundo. As coisas estão no bom caminho, mas há inflação na economia …”, observou ele.

Segundo o pai, Robert Bamfo, ele decidiu ensinar em casa os filhos depois de passar por algumas dificuldades financeiras. Indicou que primeiro ensinou-lhes a utilidade do dicionário, explicando que a criança pronuncia cada palavra sem a ajuda de um adulto.

“Quando existirem dificuldades, a criança deve recorrer ao dicionário. Existem símbolos fonéticos, então trabalhamos as habilidades fonéticas e, depois disso, ensino latim para o desenvolvimento do vocabulário”, detalhou Bamfo.

Bamfo acrescentou que não dá notas aos filhos, mas recorre a livros didáticos e, onde há dificuldade em compreender, ele ensina os filhos a desenvolver habilidades de leitura.

“Eu ensino-lhe as ciências; Eu não dou notas. O que fazemos é centrado em livros didáticos. Se a criança não entende o que está a ler, desenvolvemos habilidades de leitura … eu entendo o que leio. Eu tenho livros sobre isso, então faço uso disso para ajudá-los a apreciar o que leram”, enfatizou.

Por Plataforma

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