Ministro da Defesa pede desdramatização do caso da morte de recruta em São Vicente

9/10/2019 15:03 - Modificado em 9/10/2019 15:03
Foto: Inforpress

O ministro da Defesa, Luís Filipe Tavares, pediu nesta quarta-feira, que não se dramatize o caso do recruta que morreu na noite de sexta-feira, 04, no Hospital Baptista de Sousa, em São Vicente, após sentir-se mal durante uma corrida militar.

O ministro, em declarações para a imprensa, começou por endereçar à família enlutada os sentimentos de condolências, referindo que teve a oportunidade, pessoalmente, de acompanhar a família, estando presente no funeral do recruta.

Luís Filipe Tavares descreveu o jovem recruta como sendo “um jovem muito bem-educado” e “um militar que dignificava o Quartel do Morro Branco”. “Neste momento mandamos fazer um inquérito para saber o que terá acontecido, como normalmente se faz. Vai-se ter nos próximos dias o resultado da autópsia pela qual se deve aguardar serenamente, embora tudo aponte para um acidente triste e infeliz” afirmou.

Em relação às denúncias de maus tratos que circulam nas redes sociais, Luís Filipe Tavares argumenta que as Forças Armadas são uma grande instituição.

“Vamos com calma, não há motivos de nenhuma preocupação, nenhum drama. São acidentes que acontecem, nós lamentamos profundamente a morte do Igor Martins. Vamos aguardar tranquilamente o resultado do inquérito que será tornado público”, complementou.Além do inquérito, disse o governante, que há um relatório da autópsia que será produzido para ser, “tranquilamente” analisado e se tomar decisões, “caso for necessário”. Mas assegurou que as Forças Armadas são uma instituição séria e com bons profissionais que fazem um bom trabalho de inspecção militar.

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