Cabo Verde é oficialmente membro da Aliança Smart África e passa a liderar o projeto “African Submarine Fiber”

1/10/2019 01:35 - Modificado em 1/10/2019 01:35
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Cabo Verde é oficialmente membro da Aliança Smart África. “Um passo de gigante, rumo à implementação da estratégia digital nacional e africana. Com essa entrada, Cabo Verde vai assumir a liderança do projeto “African Submarine Fiber”, conforme expressa o Núcleo Operacional da Sociedade de Informação (NOSI).

De acordo com o NOSI, este processo de entrada de Cabo Verde na aliança foi liderado pela Direção Geral de Telecomunicações e Economia Digital (DGTED), em representação do Governo de Cabo Verde.

A SMART Africa é um compromisso ousado e inovador, dos Chefes de Estado e dos Governos africanos, em acelerar o desenvolvimento socioeconómico sustentável no continente, introduzindo a África em uma economia do conhecimento, por meio de acesso fácil à banda larga e uso de Tecnologias de Informação e Comunicação.

Esta aliança é constituída, agora com a Adesão de Cabo Verde, por 28 países e algumas organizações internacionais. Tem como lema “Transformar África num mercado digital único” e como principais objetivos harmonizar políticas legais e processos regulatórios; criar economias de escala para gerar mais procura e condições de mercado mais favoráveis e atrair, em grande escala, investimentos para projetos TIC no continente.

De acordo com o Diretor Geral da DGTED, Aruna Handem, Cabo Verde tem feito apostas consistentes e prospectivas para melhorar o desenvolvimento do país, em particular o crescimento do seu setor de Tecnologias de Informação e Comunicação (TIC). Esses esforços recentes, têm resultado na melhoria da conectividade e na disponibilização de serviços digitais, hospedados em um Data Center de última geração, no recém-criado Parque Tecnológico de Cabo Verde.

Uma nova visão para o setor de TIC articulou três pilares prioritários, que inclui a expansão da infraestrutura de conectividade, melhoria da capacitação, e disponibilização de serviços digitais através do mercado regional. A visão destaca também a importância de estabilizar e disponibilizar uma estrutura de governança e regulatória para acelerar a transformação digital do país, sendo um HUB Regional das TIC.

A aliança trabalha com um modelo através do qual cada país tem um projeto principal, com intenção de partilhar abordagens e melhores práticas com outros países. Por exemplo, Ruanda está a conduzir a iniciativa SmartCities, e Cabo Verde, a assumir agora o projeto “African Submarine Fiber”.

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