Filme “Anjo – O sangue e a obra” de Osga Filmes selecionado na categoria de curta-metragem de ficção para o CVIFF

25/09/2019 00:10 - Modificado em 25/09/2019 00:10
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A curta-metragem de ficção “Anjo – O sangue e a obra” dirigido por Helder Doca, foi selecionado para a 10ª edição do Cabo Verde Internacional Film Festival (CVIFF), a decorrer na ilha do Sal, de 15 a 19 de outubro.

A novidade foi avançada pela produtora de cinema Osga Filmes na sua página oficial nas redes sociais, onde a mesma diz-se orgulhar-se em partilhar a informação dando conta de que novas produções já estão fora da gaveta e brevemente serão a ser levadas a cabo.

A curta-metragem de ficção “Anjo – O sangue e a obra”, a 5ª produção da Osga Filmes, tem a duração de 22 minutos e é, assumidamente, um drama. A estreia da curta-metragem teve lugar no Centro Cultural do Mindelo, em Fevereiro deste ano,  girando esta em torno de um personagem algo misterioso e que por isso sofre o preconceito das pessoas, teve grande impacto no público mindelense.

A curta-metragem que foi rodada exclusivamente em Mindelo e tem como banda sonora a música de Vasco Martins. Versa temas como o desaparecimento de crianças, a paternidade – a partir da questão da separação dos pais – e também aborda os direitos autorais.

Do elenco fazem parte muitos nomes ligados ao teatro, não fosse esse o único espaço de formação de atores disponível em Cabo Verde. Edson Fortes Gomes, Edilson Fortes, Christian Neves, Sandra Monteiro, Irina Fonseca, José Bettencourt e Milanka Vera-Cruz são alguns dos atores que compõe o elenco.

Já na equipe técnica, Helder Doca, que assume a direcção de fotografia, divide a assinatura do guião com Didier Tédesco e a câmara com Mya Almeida. Esta, por sua vez, reparte com Didier Tédesco os créditos quanto à direcção artística. Neu Lopes (edição, som e mixagem), Gil Silva (luz) e Ivan Lopes (assistente de realização) são os outros elementos desta equipe onde a estreita colaboração e o multitasking é essencial.

Os filmes inscritos no CVIFF, refira-se, competem por prémios nas categorias de melhor curta-metragem, melhor documentário curto, melhor longa-metragem e melhor documentário de longa-metragem e pelo prêmio “Parda”, que vai para o melhor filme do festival e são votados pelos membros do júri do festival. Os vencedores serão anunciados no encerramento do CVIFF.

O festival, realizado anualmente pela agência V!VA Imagens, tem como objetivo promover a produção e exibição do audiovisual nacional e a divulgação de grandes filmes estrangeiros para o público cabo-verdiano.

São exibidos habitualmente entre 15 a 20 filmes de vários cineastas do mundo.

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