Enapor “repudia veementemente” qualquer “vã tentativa de responsabilização” em relação às obras de drenagem das águas fluviais na praia da Laginha

24/09/2019 15:02 - Modificado em 24/09/2019 15:02
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A Empresa Nacional de Administração dos Portos, S.A (Enapor), nega jurisdição sobre a praia da Laginha e por isso “repudia veementemente” tentativas de responsabilização sobre drenagem de águas pluviais, e diz que nunca foi sua responsabilidade cuidar da água das chuvas e nem gerir as praias do arquipélago.

A Enapor fez estas declarações, através de uma nota, onde a empresa que gere os portos de Cabo Verde, esclareceu que a praia da Laginha se encontra fora da área de jurisdição portuária, logo, longe da alçada da empresa, e, além disso, a obra ali executada pertence à Câmara de S. Vicente, tendo a Enapor apenas financiado parte do projeto.

A mesma fonte informa ainda que “sempre cooperou” com as municipalidades cabo-verdianas na realização de iniciativas socioculturais ou programas de requalificação urbana, sendo a expansão e restauração da praia da Laginha um “bom exemplo”.

Nesta senda, a empresa afirmou que o seu compromisso com a segurança e o ambiente terrestre e marinho é “total e incondicional”, pelo que tudo continuará a fazer para colaborar com todos os parceiros, “imbuídos de boa-fé e na busca de soluções construtivas”.

A Enapor, responde assim, após ter sido confrontada publicamente com “várias declarações avulsas e infundadas” sobre as recentes obras de correção das águas pluviais nessa praia citadina e que têm desencadeado várias críticas, sobretudo por parte do grupo de ambientalistas defensores da preservação da Enseada de Coral.Lembra a administração, que a Enapor é uma sociedade anónima de capitais exclusivamente públicos, cujo objecto principal é a administração, gestão e exploração dos portos de Cabo Verde, terminais e zonas de jurisdição portuária.

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