Bastonário da Ordem dos Médicos desafia utentes a denunciarem casos de negligência de que tenham conhecimento

29/08/2019 23:13 - Modificado em 29/08/2019 23:13

O bastonário da Ordem dos Médicos, Danielson Veiga, reconheceu nesta quinta-feira, que as pessoas são livres de se manifestarem, mas lembra que em medicina há situações difíceis, vincando que no exercício desta profissão existem situações que ultrapassam a vontade e o querer dos médicos e onde a  “morte é inevitável”. No entanto, incentiva os utentes, e não só, a denunciarem qualquer caso de negligência de que tenham conhecimento.

Danielson Veiga, fez estas declarações a Rádio Pública, nesta quinta-feira, que o papel da ordem é defender os médicos, mas também todos os utentes do serviço de saúde.

O Bastonário abordou também questões recorrentes de que o paciente é mais bem tratado no privado do que no público, atribuindo esta alegada diferença às condições de trabalho nos dois sectores.

“O médico que está no hospital público geralmente pode ver num dia ou em 12 horas cerca de 50/80 doentes, mas no privado a pessoa poderá atender 4/5 doentes. E no privado de certeza a pessoa tem mais tempo e condições técnicas e tem um ambiente mais favorável” referiu Danielson Veiga, salientando que nessa lógica as condições laborais do sector público condicionam os médicos.

No entanto o bastonário da Ordem dos Médicos, referiu à mesma fonte, que confia plenamente em todos os profissionais, aos quais sublinha reconhece esforços constantes de melhoramentos dos serviços prestado, tudo em prol dos cidadãos.

Aos utentes, Danielson Veiga, garantiu total empenhamento da Ordem para através dos seus órgãos internos esclarecer todas as situações que suscitem dúvidas.

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