Olavo Correia diz que governo está disponível para apoiar os centros de intervenção juvenil de São Vicente

5/08/2019 00:13 - Modificado em 5/08/2019 00:14

De visita a São Vicente, o Vice-ministro e ministro das Finanças esteve de visita aos Centros Social de Pedra Rolada, Ribeira Craquinha e Ribeira Bote, para se inteirar das ações realizadas destes centros de intervenção juvenil.

Aproveitando a visita do governante, os responsáveis por essas instituições apelaram ao governo para que este disponibilize recursos que levem à criação de espaços onde os jovens possam se sentir integrados. Espaços como os centros de Pedra Rolada e Ribeira de Craquinha e actualmente o de Ribeira Bote, que está a criar condições para que possa dar suporte aos jovens da comunidade.

Arikson Cruz, Presidente do Sport Clube Ribeira Bote diz que o clube de futebol de Ribeira Bote tem como objectivo trazer a comunidade para junto do clube. Através de um projecto em parceria com o Frei Silvino, que tem como foco diversas camadas etárias. “Um projecto em que inserimos a comunidade dentro do clube de Ribeira Bote, com formações e com parcerias juntamente com o poder local e central. E que tem como objectivo principal tirar os jovens de rua, com a ajuda do clube, onde tem seguimento através da cooperação”.

Por seu lado, Olavo Correia disse que a intenção destas visitas é motivar as pessoas que intervém na área social. “Pessoas que lideram as organizações que trabalham com a sociedade civil, para jovens”.

Por isso diz que “tudo aquilo que tem a ver com formações a jovens e apoio ao empreendedorismo. Estamos disponíveis a dar todo o suporte. Vamos trabalhar em parceria. Temos uma forte parceria com a Câmara Municipal de São Vicente e com as associações”.

E que através disso, mostra a disponibilidade do governo em querer entrar também como parceiro. “Vamos olhar o projecto na sua globalidade e ver o que cada uma das partes pode colocar sobre a mesa para que o projecto tenha maior alcance. Estamos a falar de quase 600 jovens que são beneficiados directamente e tendo um alcance que pode chegar a 5000 jovens”.

Para Frei Silvino, é preciso pensar numa cultura de integração dos jovens, porque necessitam de espaços e pontos de encontro. De ambientes onde se procure o interesse e o amadurecimento do jovem.Por isso defende que o governo deveria custear o funcionamento destes centros. “O governo tem que fazer esta parceria e permitir-se estar perto dos jovens, dar opinião sobre o seu caminho e orientações”.

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