Augusto Neves: “O governo e CMSV sabem que avaliação da maioria da população ao nosso trabalho é positiva”

16/07/2019 00:01 - Modificado em 16/07/2019 00:01
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Foto: Expresso das Ilhas

Em reacção as declarações da oposição, o Presidente da Câmara Municipal de São Vicente diz que a Câmara não se reconhece nas críticas feitas durante a manifestação de 05 julho passado, em que milhares de pessoas manifestaram-se pelas ruas da cidade, contra o centralismo na cidade da Praia, mas a Câmara Municipal de São Vicente também levou o seu cartão vermelho por não estar a fazer pressão junto do poder central.

Neves diz que num país democrático as manifestações são normais e que num país livre, como Cabo Verde, as pessoas têm o direito de se manifestar e que o povo de São Vicente já mostrou várias vezes  que “  sabe fazer as coisas certas nos momentos certos e não vai atrás de loucuras, nem de pessoas que estão a procura de benefício próprio deixando transparecer que a população só tem voz nas eleições.”

No entanto questiona o “timing”   das manifestações. E  pergunta  por que não nos anos anteriores, quando as dificuldades eram maiores e que hoje . E aponta projectos  que mostram a melhoria nos últimos três anos. “Agora que temos muitas obras em desenvolvimento na ilha. Temos a inauguração da estrada de Baía das Gatas e requalificação da mesma zona , já temos alguns meses de trabalhos no Data Centrer, obras do Centro de Artesanato e a construção de hotéis na ilha, assim como  Terminal de Cruzeiros”.

Portanto, diz que governo está a fazer o seu trabalho e que as pessoas são livres de  reclamar. “Uma população que sabe a hora certa de dizer as coisas e fazer o seu julgamento na hora certa e, não antecipemos as coisas. Vamos apresentar as nossas propostas e esperar”.

Para o edil mindelense, o MPD trouxe a liberdade em 1991 e diz que esses “anarquistas”, referindo-se ao Sokols 2017, não estavam por aqui. Estavam fora do país “usufruindo dos privilégios do partido único”, acusa Neves que exorta “esses senhores” a trabalharem na melhoria da qualidade de vida das famílias e não aproveitar fragilidades das pessoas para “demagogias e sensacionalismo oportunista e baratos”.

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