UCS pede contribuições para operacionalizar o programa de Luta Contra Droga e Crimes Conexos

11/07/2019 00:31 - Modificado em 11/07/2019 00:32

“Nós estamos a falar de montantes muito elevados: 7,2 milhões de euros. Esperamos que de facto possamos ter as contribuições necessárias para operacionalizar o programa”, disse o chefe do Governo, indicando que o mesmo tem objetivos e metas bem definidos, bem como os caminhos para os atingir.

Ulisses Correia e Silva falava na abertura da reunião temática a decorrer na cidade da Praia, que reúne parceiros nacionais e internacionais, pediu um compromisso e esforço adicional de participação no investimento para a operacionalização desse programa.

Um montante que equivale a aproximadamente 792 mil contos para a operacionalização do Programa Nacional Integrado de Luta Contra Droga e Crimes Conexos (PNLCDCC 2018-2023).

De acordo com o primeiro-ministro, o Governo de Cabo Verde tem dado provas de determinação na luta contra drogas ilícitas e crimes conexos no país.

“Desde a participação na segurança cooperativa e parceria internacional e regional para a luta contra o crime organizado transacional, ações preventivas e de combate à criminalidade urbana, o Governo de Cabo Verde tem dado provas de determinação”.

Um programa que precisa do engajamento de todos, desde das instituições públicas passando pela justiça aos municípios e famílias.

De entre as metas destaque para a redução até 2022 da prevalência de substâncias psicoactivas de 7,6% para 6,8%, a diminuição até 2022 da prevalência do álcool na população de 63,5% para 61,8% e reduzir a criminalidade em 50% até 2021.

Ulisses Correia e Silva disse esperar que dessa reunião temática saiam resultados que permitam reforçar o combate assertivo às drogas ilícitas e álcool tanto na componente do seu consumo excessivo, quer na produção e venda desregrada.

O PNLCDCC 2018-2023 é um dos principais instrumentos estratégicos do Governo, que visa responder de uma forma integrada e coordenada aos principais desafios que Cabo Verde enfrenta actualmente em matéria de drogas e criminalidade conexa.

Encontra-se igualmente alinhado ao Programa da África Ocidental e aos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável.

Validado em Outubro de 2018, visa sobretudo um combate para a redução do nível de prevalência de situações de consumo e tráfico de droga e álcool e abrange áreas como a prevenção, o tratamento e a repressão.

NN/Inforpress

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