Governo deverá investir perto de 330 mil contos no primeiro ano da concessão marítima

18/06/2019 16:55 - Modificado em 18/06/2019 16:55
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O Governo vai avançar com cerca de 330 mil contos para auxiliar o processo de concessão do serviço marítimo inter-ilhas durante o primeiro ano, revelou segunda-feira o júri do concurso internacional da concessão de transportes marítimos.

“O Estado entra para compensar, caso os resultados forem negativos. Se forem positivos, nós teremos rendas a serem pagas ao Estado. No primeiro ano, que é o mais difícil, o Estado vai entrar com três milhões de euros de subvenção, mas poderemos começar a ter subvenções muito inferiores nos anos seguintes”, revelou José Fortes à Agência Cabo-verdiana de Notícias, depois de ser ouvido em audição na Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) sobre a questão dos transportes inter-ilhas.

José Fortes considera que o acordo que engloba o Estado, os armadores nacionais e a empresa Transinsular, vencedora do concurso, foi um “bom investimento” do Governo, uma vez que “vai garantir transportes, boa mobilidade de pessoas e de mercadoria” entre as ilhas, permitir que a economia funcione com padrões internacionais, com vantagens para os operadores económicos.

Já foi criada uma equipa multidisciplinar para seguir o processo, mas Fortes sublinha que a mesma terá de ser “forte em termos de trabalho e dedicação”, uma vez que o processo terá “impacto grande” na economia nacional, e financeiro, para o Estado e operadores.

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