Dia Mundial sem Tabaco: Cabo Verde está bem posicionado na prevenção e consumo do tabaco

31/05/2019 01:40 - Modificado em 31/05/2019 01:40
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Artur Correia-Diretor Nacional da Saúde |Foto: Inforpress

De acordo com o Diretor Nacional da Saúde, os dados nacionais apontam para uma prevalência a volta dos 10 por cento (%), sendo que a nível africano a mesma situa-se à volta dos 24 % e a nível mundial à volta dos 30 e tal %. Ou seja, três vezes mais do que Cabo Verde.

Artur Correia falava à imprensa, à margem do workshop sobre os malefícios do tabaco, organizado pelo Ministério da Saúde e da Segurança Social, através da Comissão de Coordenação do Álcool e Outras Drogas (CCAD).

O workshop, realizado em parceria com a Organização Mundial da Saúde (OMS), no âmbito do Dia Mundial sem Tabaco, que se assinala sexta-feira, 31 e cujo acto central tem como palco Assomada, no concelho de Santa Catarina (Santiago).

 “O tabaco representa um problema de saúde pública em Cabo Verde e é um factor de risco importante que dá a sua contribuição para o grande problema de saúde pública que temos, que são as doenças não transmissíveis, nomeadamente as doenças cardiovasculares em que o tabaco é um factor de risco importante”, frisou.

Artur Correia assegurou que arquipélago já adotou praticamente todas as recomendações internacionais, mesmo na legislação. Aliás, lembrou que a lei sobre prevenção e controlo do tabaco surgiu 10 anos antes da convenção quadro de tabaco da própria OMS, razão que o leva a afirmar que “Cabo verde está na linha da frente”.

Por estar num bom caminho nesta matéria, lembrou que Cabo Verde foi um dos cinco países africanos escolhidos para representar a nível mundial a perspectiva de redução, escolha que, a seu ver, os encoraja para continuarem nesta senda.

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