Vereador do Desporto: a taxa paga no Polidesportivo de Oeiras serve para melhorar a gestão

15/05/2019 23:45 - Modificado em 15/05/2019 23:45
Anildo de Jesus: Vereador da CMSV – Pelouros das Obras Municipais e Edificação, Reabilitação Urbana, Desporto, etc… Foto: SAPO

O vereador do Pelouro do Desporto da Câmara Municipal de São Vicente, Anildo de Jesus, reiterou nesta quarta-feira, que o pagamento da taxa de uso do recinto do Polidesportivo de Oeiras, por parte das modalidades de salão, é uma forma encontrada pela edilidade para melhorar a gestão do espaço, visto que recebem muitas solicitações das diversas modalidades. Uma taxa que também serve para manutenção do espaço.

Numa altura que o Polidesportivo de Oeiras já está operacional, depois das obras de melhorias efetuadas sobretudo no piso, muitos desportistas e pessoas ligadas às modalidades de salão avançam com a necessidade de repensar o pagamento da taxa de uso desse recinto desportivo, alegando que não existe uma igualdade de tratamento comparativamente com as equipas que utilizam os campos relvados da ilha.

Esta preocupação surge através das pessoas ligadas às Associações Desportivas de Desportos de Salão (Ginástica Rítmica, Andebol, Voleibol e Basquetebol) e os seus respetivos clubes que utilizam, ao longo do ano, o polidesportivo de Monte Sossego, um espaço municipal, para realização dos seus treinamentos que são obrigados a pagar uma taxa de utilização.

Estes defendem que todas as escolinhas, escalões de formação, seniores e veteranos das equipas de futebol de São Vicente que treinam nos campos municipais (Fontinha, Campo Bitim, Rª de Craquinha, Bela Vista e Chã de Alecrim) não são cobrados para que possam realizar os seus treinamentos e nem entram com uma contribuição para a manutenção dos mesmos, o que representa uma diferenciação em relação ao futebol.

Uma situação que muitas pessoas ligadas a essas modalidades consideram ser intrigante, mas que no entender do vereador do desporto, Anildo Jesus, é normal porque foi estipulada há vários anos e todos sabem quais os custos que acarreta a manutenção do espaço. Realçando que a edilidade suporta os custos da eletricidade, água e limpeza. “O montante da taxa não chega para cobrir muita coisa. Serve sobretudo para melhorar a gestão e cobrir algumas coisas” diz Anildo Jesus.

O mesmo sustenta que neste espaço existe um gestor que faz todo um trabalho para uma boa utilização do espaço e que nisso a Câmara poderá apenas intervir para que se chegue a um entendimento entre as partes envolvidas, para que a situação seja revista. Mas afirma que esta taxa é simbólica, porque durante todas as provas realizadas no referido espaço a CMSV é que suporta todos os gastos. Diferente dos campos de futebol da ilha. “Há muita procura das modalidades para utilizarem este espaço, inclusive recebemos pessoas ligadas ao Voleibol, que acham que estão tendo pouco tempo de uso do espaço. Por isso tem que haver este tipo de gestão do espaço”.

Depois das obras executadas no Polidesportivo de Oeiras, Anildo Jesus, enaltece que de momento estão a trabalhar para que a iluminação do recinto seja verificada o mais breve possível, como também a questão das tabelas de basquetebol que estão já numa fase avançada de deterioração.

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