Daniel Jesus “Houve violação clara do regulamento e desde a primeira hora sentimos que a razão estava do nosso lado”

9/05/2019 14:02 - Modificado em 9/05/2019 14:02

O presidente do CS Mindelense, Daniel Jesus, assegurou que o seu clube recebeu com naturalidade a decisão do Conselho de Justiça da Federação Cabo-verdiana de Futebol, em atribuir a derrota à Académica do Porto Novo e os três pontos do jogo ao Mindelense, por entender que houve violação clara do regulamento.

De acordo com o líder dos “Leões da Rua de Praia” a decisão final que favoreceu o Mindelense já era esperada porque, como sustenta, sabia que o seu clube tinha razão quando contestou o jogo. “Houve violação clara do regulamento e desde a primeira hora sentimos que a razão estava do nosso lado. Por fim foi esperar com tranquilidade e isso foi confirmado”.

Segundo Daniel Jesus, devido a forma como a “Micá” abordou o jogo de domingo e pelas incidências que aconteceram o seu clube acabou por entender que a Académica estava consciente do desfecho do protesto.  

A demora de 5/6 dias da FCF em notificar os clubes do veredicto final, deu-se de acordo com a mesma fonte, porque foi dada à Académica a oportunidade de se defender, mas que o clube renegou, por isso a data limite de notificação das partes saiu somente nesta quarta-feira.

“Esta decisão deixa-nos com um estado de espírito de tranquilidade para abordar-mos o último jogo sem pressão, porque o estado emocional poderia influenciar. Mas pelo contrário a nossa ambição fica mais redobrada, porque nos permite explanar o nosso futebol de uma forma mais tranquila. A ambição é vencer e cimentar a liderança. Até porque tens um prémio por cada vitória e por isso o pensamento é sempre vencer” aclara.

O líder dos encarnados diz não esperar outro resultado na cidade da Praia, na última jornada, ante a “Micá” local que não seja o triunfo, para chegar às meias-finais com a moral em alta.

  1. Fernando Assis

    Não sei por que motivo no ano passado o Conselho de Justiça da Federação Cabo-Verdiana de Futebol considerou improcedente a queixa apresentada pela Académica do Porto Novo contra o Sal Rei pelas mesmas razões. Quer dizer estamos perante dois pesos e duas medidas.

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