Presidente do STIF regista tendência de os trabalhadores se afastarem das lutas sindicais

6/05/2019 00:35 - Modificado em 6/05/2019 00:36

O presidente do Sindicato dos Trabalhadores das Instituições Financeiras (STIF) declarou hoje, no Mindelo, que se verifica, cada vez mais, uma tendência dos trabalhadores em não se envolverem nas lutas que os sindicatos travam.

Aníbal Borges teceu estas considerações à Inforpress no acto de empossamento da nova direcção do STIF, realizado na manhã de hoje, no Mindelo, ele que foi reconduzido ao cargo de presidente por mais quatro anos.

“Isso porque, verificamos uma tendência, cada vez mais, dos trabalhadores em não se envolverem nas lutas que o sindicato tem que fazer” assegurou o responsável, adiantando que, por esta mesma razão, o sindicato criou, no mandato cessante, um fundo de greve para repor os salários que os trabalhadores perdem durante estes dias.

Este “combate”, ajuntou, já está a ter os seus efeitos, uma vez que o STIF conseguiu aumentar o número de associados, a quem está sendo dado “algumas regalias”, entre as quais a redução de taxas de juro nos créditos.

Fonte : Inforpress

  1. Carlos Monteiro

    É preciso que os trabalhadores tenham consciência de classe, porque se não unirem a volta dos seus próprios interesse ficam tudo diíici. isso quer dizer que, os trabalhadores devem estar sempre em primeiro lugar nas suas defesas.
    Na sociedade atual, tendo em conta a evolução da mesma, em que cada vez mais temos trabalhadores mais formados e com consciência de classe, é inconcebível que os trabalhadores não consciencializarem a volta dos seus interesses, sobretudo numa sociedade que prima cada vez mais para aposta na criação de emprego privado, e onde o Estado explora mão de obra, respetivamente os privados.

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