Holding do extinto BESA pede condenação de sócios

23/04/2019 17:27 - Modificado em 23/04/2019 17:27

Sócios e gestores angolanos do português Banco Espírito Santo no extinto BESA (Geni, Portmill, Álvaro Sobrinho e Carlos José da Silva) foram notificados para contestarem um pedido de condenação em curso no Tribunal Provincial de Luanda.

O empresário angolano Álvaro Sobrinho
 |  LUÍS MANUEL NEVE /GLOBAL IMAGENS

Num edital publicado ontem no Jornal de Angola, a Sala do Cível do Tribunal Provincial de Luanda solicita que as quatro partes respondam aos autos em curso naquela instância judicial de uma “acção declarativa de condenação” movida pelo banco que aloja os activos tóxicos da antiga holding portuguesa do Banco Espírito Santo Angola (BESA), chamando-os para apresentarem a contestação.

O tribunal dá aos visados 20 dias prorrogáveis por 30, para contestarem os termos da acção que lhes é movida, com a advertência de, a não o fazerem, serem considerados “confessados os factos articulados pela autora na acção conforme a petição inicial.”

Por Jornal de Angola

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