Batuque confirma protocolo e que SCP não exerceu o direito de preferência sobre nenhum jogador

25/02/2019 00:59 - Modificado em 25/02/2019 01:03

Em declarações ao jornal Record, Bruno de Carvalho garantiu que Jovane encontra-se no Sporting fruto do acordo com o Batuque FC, de Cabo Verde, afirmando ainda não ter nada a esconder acerca do protocolo que envolve os dois clubes.Em causa estão as insinuações de Frederico Varandas.

«Fizemos um protocolo com esse clube e pagámos 330 mil euros. O protocolo com o Batuque FC consistia em eles fazerem a prospeção por nós em Cabo Verde. Receberam para fazer esse trabalho e, pelos vistos, fizeram-no bem.

Desse protocolo, veio, por exemplo, o Jovane Cabral. ‘Só’. Já toda a gente viu que é um craque. Vieram mais alguns, mas aquele que já se destacou foi o Jovane Cabral. Só com ele, vamos ganhar milhões. Não é tostões, é milhões», realçou o antigo presidente do Sporting.

Contactado pelo NN o presidente do Batuque  recusou-se a confirmar e a pronunciar-se sobre documentos enviado por este online relativos ao protocolo assinado entre o Batuque FC  e o Sporting de Portugal .   João José Cardoso  da Silva , Jota,  apenas disse “ Se formos contactados pelas autoridades  forneceremos todos os elementos sobre o referido protocolo, pois é legal e não temos nada a esconder”.

Mas documentos que tivemos acesso  mostram que  não se trata de um contrato de prospeção de jogadores em Cabo Verde , mas sim um protocolo onde o Batuque recebeu 230 mil euros para ceder o direito de preferência  sobre sete jogadores do Batuque  previamente identificados. Apuramos  que durante esse tempo o SCP  não exerceu  esse direito de preferência e por isso não foi nenhum jogador para Alvalade .

Estes dados são confirmados pelo actual presidente do SCP  ao afirmar “Contrato conferindo o direito de preferência do Sporting sobre 7 jogadores pré-identificados. Não existe qualquer relatório do clube ou de terceiros sobre jogadores daquele clube. Em janeiro de 2018 foi solicitada pela SAD ao departamento jurídico uma minuta de acordo de resolução daquele contrato. Não obstante esse pedido, o valor de 230 mil euros foi liquidado em maio de 2018 e nunca foi restituído”

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