Mobilidade: MpD diz que em dois anos foi capaz de recompor o que o PAICV estragou em quinze

15/02/2019 00:12 - Modificado em 15/02/2019 00:12

O deputado Orlando Dias fez esta afirmação durante a sessão parlamentar desta quinta-feira, 14 Fevereiro, durante a sua declaração politica.

De acordo com o eleito nacional pelo Movimento Para a Democracia, com a vitória do partido ventoinha e com advento da liberdade e da democracia no dia 13 de janeiro de 1991, os cabo-verdianos residentes na diáspora, deixaram de ser considerados estrangeiros no seu próprio país, tendo neste tempo usufruído de diversos benefícios.

“Graças a medidas de política tomadas pelos sucessivos Governos suportados pelo MpD, nessa altura, os cabo-verdianos residentes no estrangeiro passaram a usufruir da sua condição de cidadão total, à semelhança dos demais conterrâneos que habitam nestas ilhas”, refere.

Destes benefícios, enumera, a eliminação da autorização de saída do país, o direito de elegerem e de serem eleitos, de usufruírem de isenção de vistos para entrarem no seu próprio território e de isenção aduaneira ao regressarem, definitivamente, a Cabo Verde.

E que na saga da partidarização das representações diplomáticas e consulares do país, por um lado, e da diáspora cabo-verdiana, por outro, ocorrida durante os últimos 15 anos de governação do PAICV, todos esses ganhos foram beliscados.

Com o regresso ao poder do MpD, na sequência das eleições legislativas de 20 de março de 2016, o atual Governo resgatou os valores de cidadania e vem reforçando o princípio de que, a Nação Cabo-verdiana é composta pela nossa diáspora, na Europa, nas Américas, em África, na Ásia e pela população residente no país. 

Tendo em conta a “extraordinária” contribuição que a diáspora vem dando ao processo de desenvolvimento de Cabo Verde, Orlando Dias afirma quer o governo tem reforçado a integração regional, a parceria especial com a União Europeia, a cooperação com os EUA, Angola, São Tomé e Príncipe, Senegal, Moçambique, Guiné-Bissau e outros países, onde a comunidade cabo-verdiana tem maior presença.  

“Nestes dois anos e meio da governação, a nossa diáspora já teve vários ganhos, com destaque para a despartidarização das nossas representações diplomáticas e das questões relacionadas com a comunidade cabo-verdiana residente no exterior”, afirma Orlando Dias

E por isso, diz que atualmente, todas as embaixadas e consulados de Cabo Verde deixaram de ser autênticas sedes de orientações político-partidárias do PAICV e de qualquer outro partido político, passando a estar ao serviço do Estado e das nossas comunidades emigradas.

Portanto, considera que a governação do MpD, a partir das eleições de 20 de março de 2016, reassumiu as comunidades cabo-verdianas emigradas como parte integrante da Nação e elemento prioritário, nas relações externas de Cabo Verde com o mundo, ou seja, passou a todos os cabo-verdianos da diáspora, “verdadeiros embaixadores do país, na promoção e desenvolvimento das relações diplomáticas com o mundo”.

Refere ainda que houve uma melhoria significativa de atendimento das nossas comunidades emigradas, nos serviços da sua residência, bem como no país.

Em relação a emissão do Passaporte, que na governação do PAICV era feita em 8 meses ou mais, hoje, com o atual governo passou a ser feito em 10 ou 15 dias, no máximo, salienta a mesma fonte, que diz que as melhorias têm sido visíveis, nestes dois anos de governação do MPD.

E destaca a questão da integração dos cidadãos estrangeiros que residem no país que estão bem inseridos na sociedade, com todos os seus direitos salvaguardados.

  1. Agostinho Fonseca

    Os primeiros 15 anos de desgraça. Mas com MpD as coisas continuam
    Quer dizer que vivemos num pais desgraçado com a praga do Aristides
    e seus comanditas. Ê engraçado que, que eu saiba, so quatro pessoas
    falam da sentença do primeiro presidente,uma figura balofa sem cultura
    que subiu ao poder por ser o menos burro e mais satânico.

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