Ulisses Correia e Silva diz que o seu governo ambiciona uma educação para todos

30/01/2019 13:57 - Modificado em 30/01/2019 13:57
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Dados recentes do INE revelam que existem 65.000 jovens fora do emprego, da educação e da formação.

No seu discurso da sessão parlamentar desta quarta-feira, o governante assegura que o seu executivo está a trabalhar para reduzir esses números através de políticas integradas para a empregabilidade com suporte em educação para todos e de qualidade, políticas ativas de emprego e fomento empresarial.

“É nesse sentido que alargamos o ensino obrigatório e gratuito. Estamos a eliminar os constrangimentos relacionados com o rendimento das famílias que impedem ou dificultam o acesso das crianças e dos jovens ao ensino. Isentamos as pessoas com deficiência de pagamentos para acesso ao ensino (em todos os níveis) e à formação profissional. São medidas assertivas de educação para todos e ao alcance de todos”, explicou Ulisses Correia e Silva.

Para o corrente ano letivo 2018/19, aumentamos o número de bolsas de estudos de 602 para 1.300, refere o mesmo, assegurando que a formação profissional está orientada para a empregabilidade. “Sessenta e quatro (64%) dos jovens que beneficiaram dos programas de formação e empreendedorismo estão inseridos no mercado de trabalho”, garantiu.

Portanto, neste momento o governo está a apostar na inclusão e na massificação da formação profissional, com qualidade, através do aumento considerável da oferta formativa e do número de formandos, da subsidiação das propinas e da intercomunicabilidade entre o Ensino Básico e a formação profissional e técnica para criar mais alternativas de saídas profissionais para os jovens.

“Sabemos que cerca de 4.000 jovens desempregados têm nível de formação médio ou superior. É para esses jovens que estamos a apostar fortemente na massificação de estágios profissionais e na formação para a reconversão profissional em áreas com maior potencial de geração de emprego”.

“Investiremos este ano, 318 mil contos para comparticipar nos custos dos estágios, com prioridade para estágios em empresas, beneficiando 5.000 jovens licenciados ou com cursos de formação profissional concluídos”.“Introduziremos alteração na lei para permitir que jovens que estejam no último ano de um curso de licenciatura, possam aceder a estágios profissionais facultando-lhe recursos para concluírem os seus cursos”.

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