Porto Novo pode ser incluído no projeto da Zona Económica Especial de Económia Marítima de São Vicente

26/12/2018 23:43 - Modificado em 26/12/2018 23:43
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O município do Porto Novo, através do turismo e agricultura moderna, poderá ser incluído no projeto da Zona Económica Especial de Económia Marítima (ZEEEM) de São Vicente, que abarcará sectores como estaleiros navais, portos, refinaria, turismo e agricultura.

Segundo o presidente da Câmara do Porto Novo, o seu executivo está a trabalhar fortemente para que o concelho santantonese faça parte do projeto, que está a ser preparado por uma equipa de especialistas chinesa e cabo-verdiana.

Segundo a Inforpress, Anibel Fonseca esteve, recentemente, de visita à China, no âmbito do projeto Zona Económica Especial de Ecónomia Marítima de São Vicente e garante que está a fazer de tudo para “incluir” Porto Novo no projecto, localizado em São Vicente, mas que terá impacto em toda a região norte de Cabo Verde.  

Segundo o autarca, estão a trabalhar fortemente para incluir Porto Novo no projecto da Zona Económica Especial de Economia Marítima de São Vicente. Realça ainda que, podem ser incluidos através do turismo e agricultura moderna”.

Os presidentes das Câmaras de Santo Antão já pediram ao Governo para, no quadro da criação do projecto da ZEEEM de São Vicente, seja tamém levado em conta a segunda fase da ampliação do porto do Porto Novo, para permitir à ilha de Santo Antão entrar  na rota do turismo de cruzeiros.

O Governo acreditar, da mesma forma, que, com a construção do terminal de cruzeiros de São Vicente, já com financiamento assegurado, este tipo de turismo será “um mercado importante” para Santo Antão, que poderá passar a receber até 20% dos navios que aportarem Mindelo.

Segundo informações avançadas pela Inforpress, o Governo estima que, com o terminal de cruzeiros, 200 mil cruzeiristas deverão aportar São Vicente, podendo Santo Antão receber, “seguramente”, entre 10 a 20% desse fluxo de turistas. O porto que recebeu, em 2010, obras de expansão e modernização, passando a dispor de 245 metros lineares de berço de acostagem e com capacidade para receber navios cruzeiros de médio porte e veleiros.

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