Instintos sexuais compulsivos. É saudável ou deve-se preocupar?

15/11/2018 01:10 - Modificado em 15/11/2018 01:10
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É um comportamento comum, que afeta mais mulheres do que o estudo anteriormente feito sobre o mesmo tema.

É certo que a Organização Mundial de Saúde já reconhece o vício em sexo como um distúrbio mental, que compara com outros distúrbios do foro psicológico, mas nem todos os casos associados ao ato sexual devem apontar a tal distúrbio, mesmo que se fale de um instinto compulsivo.

De facto, o termo ‘viciados em sexo’ está a banalizar-se e mesmo com a palavra da OMS, alguns especialistas não estão totalmente seguros sobre se tal condição existe ou se é uma resposta fácil ao conjunto de outros fatores.

Foi por isso que um grupo de investigadores abordou o tema sob o ângulo de comportamentos de stress e problemas comportamentais através do qual quis perceber a origem dos impulsos sexuais de que muitos admitem sofrer e que os autores do estudo justificam com o fácil acesso à pornografia e conteúdos de foro sexual que se tem hoje através da internet.

O resultado, em muitos casos, passa pela preocupação por se ter a noção de que os pensamentos e comportamentos sexuais são excessivos. Mas tal preocupação pode ser positiva, já que indica que o indivíduo tem noção de que o seu comportamento é superior ao considerado normal

Ainda assim, não há uma quantidade ou ‘limite’ saudável de atividade sexual. Este é um assunto bastante vago, mas especialistas apontam que quando o foco central da vida de alguém se centra no sexo, então sim, deverá considerar um problema.

No referido estudo, analisou-se uma amostra de americanos que permitiu concluir que 10% dos homens e 7% das mulheres considera ter demasiados instintos sexuais compulsivos, um número próximo, ao contrário de uma análise semelhante feito à poucos anos atrás.

Certos de que é um problema, os indivíduos da amostra reconhecem o exagero e sentem-se por vezes culpados por isso mesmo. Por parte de especialistas, aponta-se também as consequências negativas que podem advir de uma masturbação excessiva a nível social, de trabalho e mesmo físico. Por outro lado, no caso de se pagar por sexo, o instinto compulsivo poderá trazer problemas financeiros

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