Os teimosos vivem mais? Estudo confirma que assim o é

14/11/2018 00:58 - Modificado em 14/11/2018 00:58
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A análise contou com indivíduos de diferentes zonas geográficas e realidades económicas diferentes.

Ser teimoso reflete-se numa maior longevidade. Esta foi uma das conclusões a que um estudo apresentado na International Psychogeriatrics chega e onde se aponta também outras caraterísticas como otimismo, amor e apoio familiar e vontade de trabalhar.

De tais caraterísticas facilmente se entende que o tipo de teimosia de que se fala é a persistência em conseguir algo e não desistir, e não a teimosia que se associa a má educação.

A amostra em estudo foi analisada tendo em conta a saúde mental que se associa a uma maior ou menos longevidade. Em termos psicológicos, os autores do estudo apontam seros mais velhos quem apresenta uma atitude que melhor se adapta às caraterísticas relacionadas com a longevidade,aspeto que justificam com argumentos como ‘os meus pais sempre me ensinaram a lutar pelo que queria’ ou ‘nada vem sem esforço’.

Pelo contrário, os indivíduos mais novos pertencentes à mesma amostra, mesmoq ue apresentassem uma boa saúde física e que seguissem inclusive hábitos saudáveis que se sabe ser benéficos para uma vida mais longa, não contavam com a mesma postura otimista e trabalhadora, o que deixa prever uma menor longevidade, no caso de saúde mental.

O que daqui se retira? Que a alimentação saudável e prática de exercício físico não são de todo para se por de parte, contudo, uma visão mais otimista bem como uma proximidade à família são também essenciais para uma vida longa, saudável e feliz.

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