Moradores de “Canalona” querem o fim do barulho dos cães vadios durante a noite

15/10/2018 23:09 - Modificado em 15/10/2018 23:09

Os moradores da zona de Canalona, Chã de Alecrim, encontram-se revoltados e preocupados com a presença de muitos cães vadios na zona, um facto que tem vindo a inquietar os residentes durante todo o dia e particularmente à noite.

De acordo com os moradores, durante o dia, a colocação do lixo nos contentores representa um problema, pois o lixo colocado é vasculhado pelos cães á procura de comida e o lixo fica todo espalhado dando uma visão nada higiénica da zona. O horário da recolha do lixo, que ocorre á noite é considerado pelos habitantes, neste aspecto como sendo um dos aspectos a serem revistos para diminuir o problema. Á noite o ruido provocado por estes animais, é ensurdecedor, levando a que muitas pessoas não conseguem retirar o devido proveito, após um dia cansativo, isto numa zona que gradualmente vai ganhando mais moradias.

“A situação já está ganhando contornos drásticos, pois se observares bem vês um monte de cães nas ruas, principalmente junto aos contentores de lixo. O barulho à noite é ensurdecedor e não consigo me concentrar para dormir, é uma situação difícil, tendo em conta que às autoridades que têm o trabalho de resolver estes problemas, não fazem nada” conta Maria Paula, que acrescenta ainda questões relacionadas com as doenças que estes animais poderão trazer para a saúde pública.

Para Manuel Fortes, uma zona que está em crescimento não pode ter estes tipos de problemas. “A matilha de cães junto a minha casa é grande, a perturbação maior é registada a noite. Não tenho descanso quando vou dormir. A CMSV deverá proceder a captura destes animais e dar-lhes um tratamento melhor, ou seja alimentá-los como deve ser e medicá-los”.

Este Online pôde constactar o facto e a verdade é que a localidade está sendo invadida aos poucos, por muitos cães vadios, que encontram nesta zona o sitio ideal para a sua permanência.

  1. Andrea Fortes

    [Na Europa, por exemplo, é proibido tirar a vida a qualquer animal de companhia, mesmo que viva abandonado, com exceção se estiver em sofrimento extremo e com doença sem cura.] fim citação.

    Vivo na Europa e quando das minhas férias em São Vicente, pertenço à geração do século passado, fiquei atónita com a presença de tantos cães vadios que cheguei a ter saudades do tempo colonial onde este problema era atacado pela raiz por funcionários da Câmara e os responsáveis pela saúde pública.
    Cabo Verde não é Europa. Sem dúvida que em muitas coisas procuramos imitar a Europa, a começar por leis que na pratica nunca são aplicadas por não termos os meios suficientes que países europeus civilizados possuem. Portanto a nossa realidade é totalmente diferente da Europa e tal imitação é apenas uma aberração.
    Compreendo, mas não é ético e nem tão pouco tmoral, que esses funcionários da ONG e seus acólitos com salários chorudos que nos seus países nunca conseguiriam com um trabalho honesto, tentem com unha e dentes defenderem o seu job.
    Eles não vivem nas periferias onde a poluição ambiental, sonora, bem assim como o impacto negativo na saúde pública é evidente e cada vez maior.
    Portanto quanto mais tempo o problema perdurar e aumentar eles estão garantidos destes salários chorudos que as ONG pagam e portanto não têm nenhum interesse que o mesmo problema seja resolvido, nem a curto e nem a longo prazo.
    E o mais perverso e promíscuo de tudo isto é que com a continuidade do sofrimento desses animais muitos estão garantidos duma cada vez mais crescente conta bancária escondendo atras duma falsa capa altruísta.

  2. Andrea Fortes

    [Na Europa, por exemplo, é proibido tirar a vida a qualquer animal de companhia, mesmo que viva abandonado, com exceção se estiver em sofrimento extremo e com doença sem cura.] fim citação.

    Vivo na Europa e quando das minhas férias em São Vicente, pertenço à geração do século passado, fiquei atónita com a presença de tantos cães vadios que cheguei a ter saudades do tempo colonial onde este problema era atacado pela raiz por funcionários da Câmara e os responsáveis pela saúde pública.
    Cabo Verde não é Europa. Sem dúvida que em muitas coisas procuramos imitar a Europa, a começar por leis que na pratica nunca são aplicadas por não termos os meios suficientes que países europeus civilizados possuem. Portanto a nossa realidade é totalmente diferente da Europa e tal imitação é apenas uma aberração.
    Compreendo, mas não é ético e nem tão pouco moral, que esses funcionários da ONG e seus acólitos com salários chorudos que nos seus países nunca conseguiriam com um trabalho honesto, tentem com unha e dentes defenderem o seu job.
    Eles não vivem nas periferias onde a poluição ambiental, sonora, bem assim como o impacto negativo na saúde pública é evidente e cada vez maior.
    Portanto quanto mais tempo o problema perdurar e aumentar eles estão garantidos destes salários chorudos que as ONG pagam e portanto não têm nenhum interesse que o mesmo problema seja resolvido, nem a curto e nem a longo prazo.
    E o mais perverso e promíscuo de tudo isto é que com a continuidade do sofrimento desses animais muitos estão garantidos duma cada vez mais crescente conta bancária escondendo atras duma falsa capa altruísta.

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