MAA conclui que não há corrupção na conduta do delegado da Brava

25/09/2018 00:18 - Modificado em 25/09/2018 00:18
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O Inquérito instaurado pelo Ministério do Ambiente, Agricultura (MAA) para averiguar as denúncias  de actos de corrupção praticados  pelo delegado da Brava concluiu que  “não existem práticas que configurem corrupção na conduta deste responsável”. Por outro  lado, o relatório  conclui “a existência de alguns procedimentos que são susceptíveis de interpretações diversas”.

Na denúncia divulgada pela Inforpress, no dia 23 de Agosto, os agricultores e criadores acusavam o delegado do MAA, Estevão Fonseca, de ser detentor de um horta localizada mesmo atrás da delegação, cuja irrigação é feita “recorrendo a um sistema muito bem montado de aproveitamento dos recursos públicos”.

O delegado foi ainda acusado de “exportar produtos agrícolas para a ilha do Fogo, e fornecer também alguns minimercados na ilha.

Segundo Ethel Rodrigues, durante o inquérito, não foi verificado a existência de nenhuma horta, propriedade do delegado, que indície a prática de agricultura para comercialização e exportação.

“Verificou-se a existência de um espaço verde atrás da delegação do MAA, onde, também, fica a residência do delegado, que, para além de plantas ornamentais, possui o cultivo de hortícolas e fruteiras que é irrigado com água da rede pública, facturada pela Água Brava.
Por outro lado, adiantou que não foi registada qualquer denúncia dos agricultores e criadores de gado da Brava, por alegada falta de água e que nem houve qualquer outro acto que fosse identificado como prejudicial às actividades da pecuária na ilha.

Fonte : Inforpress

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