VI capítulo da confraria do grogue de Santo Antão

7/04/2014 08:01 - Modificado em 7/04/2014 23:51

Enquadrado nas comemorações do 135º aniversário da cidade do Mindelo, a Associação Congrog, realiza o VI capítulo da confraria do grogue de Santo Antão.

 

Trajados a rigor, de estandartes e de bandeiras dos municípios, Santo Antão e São Vicente e Nacional, as confrarias dirigiram-se até à Igreja Matriz de Nossa Senhora da Luz, onde foi celebrada a eucaristia presidida pelo bispo da Diocese do Mindelo, D. Ildo Fortes. A cerimónia contou com a presença de diversos confrades portugueses e de várias entidades municipais de São Vicente e de Santo Antão.

 

Dando seguimento ao programa, os confrades dirigiram-se para o Centro Cultural do Mindelo para a realização da cerimónia de juramento e entronização de novos confrades.

 

 

O confrade José Pedro Oliveira, presidente da Assembleia-geral, não deixou de falar da qualidade do produto “tendo em vista a intransigência da saúde pública. A Congrog tem a grande preocupação de oferecer ao seu público um produto de grande qualidade”.

 

Para além de produzir um produto de alto nível, o presidente mostrou a sua preocupação para com a ilha. “A nossa postura é continuar a fazer uma defesa constante de um grogue genuíno, mas não nos proibiremos de alertar sobre algumas tendências enganosas que pretendem atribuir o estado de atraso em que se encontra a ilha de Santo Antão, à contrafacção do grogue”.

 

“Os males são muitos, mas não têm nada a ver com o grogue. A economia da ilha terá de apontar para outros horizontes e o país está exortado a encontrar soluções que suportem a inversão de tendência de despovoamento da ilha e devolver-lhe a legítima esperança de desenvolvimento e o direito inalienável das suas gentes de poderem ali mesmo construir a felicidade”.

 

Em nome da Congrog, o mesmo mostrou-se disposto a colaborar: “A confraria estará atenta, pronta a colaborar em tudo de bom que se projecte para a ilha, assim como se disponibiliza para cooperar no surgimento de mais confrarias nas outras ilhas tendo sempre como base de partida viçar a força cultural da ilha”.

  1. O congrogue e’ uma farsa, somente produtores de grogue que enrriqueceram a custa de grog de acucar (nao e’ Vava Mauricio e companhias ) confrades… ess grog de acucar ja vra bzot tud rico agora eh bem da pa espert e estrova o resto tambe de ganha dnher seus eguistas

  2. Teobaldo

    Gente ridícula ,fazendo figura ridícula! A confraria não passa de uma instituição construída para branquear o fabrico de grogue de açúcar e enganar os tolos.Pena ver gente com responsabilidades políticas entrando nesse jogo.

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