Deputados regressam à Assembleia Nacional na quarta-feira para segunda sessão parlamentar do ano

24/01/2023 19:53 - Modificado em 24/01/2023 19:53


Os deputados regressam na quarta-feira, 25, ao parlamento para a segunda sessão do ano, tendo como ponto alto da agenda o debate com o primeiro-ministro.

O debate com Ulisses Correia e Silva, agendado para o último dia, sexta-feira, e sob proposta da União Cabo-verdiana Independente e Democrática (UCID – oposição), versará sob o tema “A inflação e o seu impacto na vida dos cabo-verdianos”.

Das propostas da ordem do dia, conforme uma nota da Assembleia Nacional, consta a votação final da proposta de lei que procede à primeira alteração ao regime jurídico relativo às armas e suas munições, aprovado pela Lei n.º 31/VIII/2013, de 22 de Maio.

Destaque ainda para a votação final global da proposta de lei que estabelece o regime jurídico do emprego público, que define os princípios fundamentais da função pública, e bem assim o regime jurídico de constituição, modificação e extinção da relação jurídica de emprego público.

Ainda fazem parte da agenda dos trabalhos, a discussão na generalidade e na especialidade da proposta de lei que procede à segunda alteração à Lei n.º 55/IX/2019, de 1 de Julho, que estabelece as Bases do Orçamento do Estado, definindo os princípios que regulam a sua formulação, programação, aprovação, execução e avaliação.

Ainda nessa sessão serão discutidos e aprovados um conjunto de projectos e propostas de resolução com destaque para a Conta Geral do Estado do ano 2019 e a resolução que cria uma Comissão Eventual para a reforma do Parlamento.

A proposta de resolução que aprova para ratificação do acordo entre o Governo de Cabo Verde e Governo dos Estados Unidos da América para reforçar o cumprimento fiscal e implementar o Foreing Account Compliance Act (FATCA), também consta na ordem do dia desta segunda sessão parlamentar do mês de Janeiro.

  1. Atento

    Opa vai começar a ” tchakota” com o povo caboverdiano. Em Cabo Verde não há melhor profissão do que ser politico. Não tem consequências pelo seu mau desempenho, não vão a julgamento e tem todas as regalias, durante e depois do mandanto. Quando estão no poder já garantem o seu “pão” para quando perderem o mandato. Antes os caboverdianos emigravam agora vão para a politica. E o povo so contexta nas redes sociais, enquanto não houver uma revolução a sério, o povo sempre sofrerá. A maior arma na mão dos opressores é a mente do oprimido.

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