Empresa vai recrutar mais 21 motoristas de Cabo Verde para trabalhar em Portugal

23/01/2023 16:03 - Modificado em 23/01/2023 16:03

A empresa de transportes rodoviários na Península de Setúbal Alsa Todi, em Portugal, garantiu que tem a decorrer o recrutamento de mais 21 motoristas oriundos de Cabo Verde para reforçar os quadros da instituição.

À Inforpress, em Lisboa, a direção da Alsa Todi explicou que o processo está a aguardar a emissão dos vistos por parte das autoridades consulares e os novos motoristas vão juntar-se aos 51 que já estão a “exercer funções em pleno na operação que decorre em Portugal”.

“A Alsa Todi tem a decorrer o recrutamento de mais 21 motoristas oriundos de Cabo Verde para reforçar os quadros desta empresa (…). Recorde-se que todos os trabalhadores da Alsa Todi recrutados em Cabo Verde estão inseridos em pleno nesta empresa, possuindo contratos de trabalho e todos os benefícios em vigor na empresa”, frisou a direção.

Entre a última semana de outubro e a primeira semana de novembro de 2022, chegaram de Cabo Verde 51 motoristas contratados pela Alsa Todi, que por falta de mão-de-obra em Portugal e da necessidade de mais motoristas, foram ao arquipélago fazer o recrutamento.
Em julho de 2022, a Alsa Todi assinou um acordo com os sindicatos dos transportes, válido até ao final de 2026 e abrangendo os cerca de centenas de trabalhadores da empresa, que prevê, de entre outros, a possibilidade de adesão a um sistema de folgas rotativas, um seguro de acidente de trabalho, a criação de um Prémio de Assiduidade e formação contínua.

Os 51 motoristas cabo-verdianos, que já cá estão, vieram todos da ilha de São Vicente e foram contratados pela Alsa Todi para reforçar o serviço do transporte público rodoviário nos concelhos de Alcochete, Barreiro, Moita, Montijo, Palmela e Setúbal.

Em novembro, em declarações à Inforpress, o diretor geral da Alda Todi em Portugal, Juan Piña, revelou que para este ano também podem vir a precisar de mais 70 ou 80 motoristas para o Porto, já que a empresa ganhou o concurso para explorar o Lote 2 da Área Metropolitana do Porto.

Segundo ele, se não conseguirem motoristas em Portugal, a intenção é trazer de Cabo Verde, dois ou três meses antes para a formação e conhecerem o local antes de começarem a trabalhar.

C/Inforpress

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