Parlamento: “Já é tempo de abandonar a política de suspeições” – PM

23/11/2022 17:07 - Modificado em 23/11/2022 17:07

O Primeiro-Ministro, Ulisses Correia e Silva, afirmou, no parlamento, que já é tempo de a oposição abandonar as constantes “suspeições, insinuações, difamações e acusações” ao Governo, com o objetivo de criar “perceção de falta de transparência e de corrupção”.

Ulisses Correia e Silva, que falava durante o debate mensal, com o tema “A transparência como fator de desenvolvimento”, agendado pelo Partido Africano da Independência de Cabo Verde (PAICV), afirmou que esta tentativa de criar suspeições, insinuações, difamações e acusações, “não tive sucesso e não vai ter sucesso”.

“Há uma tese e estratégia construída e repetida sistematicamente desde 2016 para manchar a honorabilidade do Governo. Não teve sucesso e não vai ter sucesso”, afirmou o chefe do Estado.

O PM voltou a frisar que Cabo Verde é um país reconhecido internacionalmente pela boa governança e baixos riscos reputacionais associados à corrupção, e apoiou nos rankings, a nível mundial e do continente, que o país tem conseguido assegurar, afirmando que Cabo Verde é um país “confiável e respeitado”.

“Estabilidade, boa governança e baixos riscos reputacionais, associados ao bom desempenho económico e social, tem colocado o país com bons níveis de atratividade do investimento direto estrangeiro e originado aumento significativo de pacotes de financiamento por parte de instituições financeiras internacionais e de parceiros de desenvolvimento”, argumentou.  

Durante o seu discurso, Ulisses Correia e Silva mencionou as várias reformas que o governo vem implementando ao longo dos anos de governação, a fim de ser o mais transparente possível.

“A boa governança e a transparência não são processos acabados. O Governo está empenhado em melhorar a qualidade da administração do Estado”, garantiu o PM que sublinhou que “já é tempo de abandonar a política de suspeições”.

“Usem as instituições judiciais caso tenham dados ou elementos que indiciem a prática de crimes de infidelidade, peculato, participação ilícita em negócios, corrupção, ou outros tipificados na lei”, finalizou Ulisses Correia e Silva.

AC – Estagiária

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