“Ser polícia é quando o peso da farda é demasiado e mesmo assim dar a cara à sociedade” – Paulo Rocha

21/11/2022 23:17 - Modificado em 21/11/2022 23:17

A direção nacional da Polícia Nacional de Cabo Verde, e o Governo através da administração interna condecoraram, em São Vicente, 21 agentes do Comando regional da ilha. Um reconhecimento pela dedicação, comprometimento, lealdade e espírito de sacrifício e missão, que é “servir e proteger”.

Uma missão que os 21 agentes do Comando de São Vicente fizeram tão bem, que mereceram o reconhecimento da instituição e da sociedade pelo serviço prestado, realçou o Ministro da Administração Interna, Paulo Rocha, e o Director nacional da PN, Emanuel Estaline.

Emanuel Estaline destacou os “serviços notáveis prestados” pela corporação à sociedade e a a nação cabo-verdiana. Um reconhecimento que conforme o responsável máximo da PN, torna-se notável, quando se leva em conta tudo o que envolve ser polícia.

Por isso, disse que esta distinção é por tudo quanto fizeram e que tem vindo a fazer pelo engrandecimento do bom nome da Polícia Nacional. “Os condecorados, aqui a sociedade reconhece a importância do seu percurso profissional ao longo dos anos. Muitos exemplos de dedicação, superação e coragem que engrandecem bastante a instituição Polícia Nacional”, evidenciou Estaline.

Já o Ministro da Administração Interna, Paulo Rocha, destacou a coragem destes homens e mulheres que escolheram a carreira de polícia. E que segundo o governante, se distinguem pelo culto dos mais nobres ideais de serviço. “Um exemplo de valor de lealdade e mérito”.

Paulo Rocha, que também já foi diretor da PJ, recordou que nem todos os dias as coisas correm bem à polícia e, mesmo quando correm bem. “Não há nenhum reconhecimento, porque o fazem por obrigação, portanto não se dá o devido valor, ou porque inevitavelmente contrariam vontades e muitas vezes são incompreendidas”.

Por isso, garantiu que este manifesto reconhecimento aos profissionais, cujo exemplo deverá constituir como fonte de inspiração para as gerações futuras. “Porque a nação que nos revemos, foi e será sempre lembrada pelo querer dedicação, determinação do cabo verdianos”, salientou

Neste sentido, realçou que o ato serviu para reconhecer o percurso de pessoas que trabalham numa instituição, onde a exigência e cobrança são permanentes. “Mais do que em qualquer outra instituição certamente, o comprometimento de uma vida em prol do serviço público a garantir a tranquilidade, obriga este reconhecimento”.

“O peso da farda é ainda maior, e mesmo assim dão a cara à sociedade”, afirmou Paulo Rocha, que considera que o que isso é que define um agente da polícia.

“As medalhas atribuídas servem para chamar a atenção da sociedade para essa pessoa que teve o seu mérito profissional reconhecido. Destrinçar os mais resilientes sobre os demais desafios do dia-a-dia. O comportamento ao longo de anos e anos em prol de uma causa, destrinçar para distinguir pela positiva indivíduos que mereceram o reconhecimento da sociedade que juraram servir e proteger, essa é a sua missão, mas não deixa de ser reconhecida”.

Paulo Rocha ainda falou sobre os investimentos na polícia pelo governo, desde equipamentos tecnológicos modernos, de proteção individual e a resolução dos problemas que afetam a corporação.

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