OE2023 prioriza três eixos importantes para colmatar os problemas atuais que o país enfrenta – PM

5/10/2022 15:57 - Modificado em 5/10/2022 15:57
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O Primeiro-Ministro, Ulisses Correia e Silva, prevê que o ano de 2023 vai ser “difícil e desafiante”, por isso garantiu o Orçamento de Estado para 2023 vai priorizar três eixos importantes que vão ser ampliados de acordo com o contexto que se vive, fruto de incertezas provocadas pela guerra na Ucrânia afetando a economia mundial que poderá entrar novamente em “recessão”.

“É neste contexto que o OE 2023 prioriza continuar a gerir as contingências e as emergências para proteger as pessoas e as empresas; relançar a economia; e preparar o país para o futuro de maior resiliência e sustentabilidade”, avançou em uma publicação após apresentação das propostas do OE que foi apresentado esta quarta-feira.

Este governante começou por dizer que o salário mínimo nacional vai aumentar de 13 para 14.000$00 e proceder a atualização salarial da Administração Pública e dos pensionistas do INPS, entre 1 a 3,5%.

O OE 2023 prioriza o investimento no Estado Social. São 43,5% do total do OE aplicados em programas que visam o desenvolvimento do capital humano, a inclusão social, a redução das desigualdades, a erradicação da pobreza extrema e a igualdade de género.

Através do OE, o chefe do executivo acredita que país aumentará a resiliência com investimentos em energias renováveis e em aumento da eficiência energética, investimentos em água para a agricultura e na produtividade agrícola e pecuária, no desenvolvimento das pescas, da aquacultura e da economia azul.

Correia e Silva disse estar “convicto” de que os desafios serão vencidos, justificando que “existe confiança no país, na sua boa governação e na resiliência dos cabo-verdianos por parte dos parceiros de desenvolvimento e de instituições financeiras internacionais”.

Além disso, disse acreditar na e confiança por parte dos investidores nacionais e estrangeiros que continuam a investir no país.

“Existe confiança das nossas comunidades emigradas que aumentaram as remessas e investem na economia das ilhas.É preciso acreditar no país e nas nossas capacidades enquanto povo”, finalizou.

AC

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