São Vicente: Bombeiros Municipais não descartam a possibilidade da realização de manifestação ou greve

9/08/2022 15:56 - Modificado em 9/08/2022 15:56
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O Sindicato de Indústria Geral, Alimentação, Construção Civil, Agricultura, Florestas, Serviços Marítimo e Portuário – SIACSA – anunciou esta terça-feira que os Bombeiros Municipais de São Vicente devem partir para uma manifestação ou greve nos próximos dias. A classe reivindica o descongelamento das promoções.

Em conferência de imprensa, o responsável local do SIACSA, Heidi Ganeto, disse que a decisão sobre a forma de luta a adotar será discutida amanhã, depois de um encontro com os profissionais.

“Os bombeiros estão com três promoções em atraso. São propostas que já foram levadas à Assembleia Municipal, mas por causa da situação de impasse na Câmara Municipal não saem do papel. Por isso, amanhã, teremos um encontro com os bombeiros para decidir se partiremos para uma manifestação em breve”, disse Heidi Ganeto, acrescentando que o sindicato não descarta um pré-aviso de greve.

Conforme este responsável são cerca de 12 bombeiros profissionais afetados, incluindo alguns que, por questões de saúde, já estão em casa à espera das promoções para poderem avançar para a reforma.

“Temos as condições de trabalho, os meios. Também há a questão do da melhoria do subsídio de risco que temos estado a tentar debater com a Câmara, que nos últimos tempos tem estado não tem demonstrado abertura para negociação”, apontou.

O SIACSA também defende uma melhoria relativamente ao subsídio de alimentação. São questões que serão debatidas esta quarta-feira num encontro entre o sindicato e os bombeiros municipais.

De referir que os Bombeiros Municipais da Praia continuam em greve por tempo indeterminado e enquanto não forem resolvidas as alegadas promessas não cumpridas pelo presidente da câmara municipal.

Segundo o presidente do Siacsa na Praia, as reivindicações, particularmente, a promoção na carreira profissional, vêm desde 2014, mas, lembrou que Francisco Carvalho ao assumir a câmara da Praia prometeu resolvê-las, sendo que até hoje nada fez.

 Para além do subsídio de risco e horas extraordinárias, os bombeiros da Praia reclamam também a regularização da promoção e progressão na carreira.

Inforpress/Expresso das Ilhas

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