Caso Maria Okolie: Cunhada avança que as ajudas para o encontro com a mãe ainda são escassas

25/07/2022 17:47 - Modificado em 25/07/2022 17:56
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O desejo da jovem Maria Okolie, de 19 anos, de conhecer a mãe na ilha de Santiago ainda permanece, mas os apoios monetários, segundo a cunhada Francisca Andrade, ainda são escassos, tendo recebido no dia de hoje uma pequena quantia de alguém que se sensibilizou com a história.

Após contacto com a mãe e familiares por telefone e por via videochamada, a cada dia só cresce a vontade de Maria Okolie estar mais perto da família que já se mostrou disponível em ajudar a jovem, conforme avançou a cunhada em declarações ao Notícias do Norte.

“Ela terminou o 12º ano de escolaridade e uma tia na cidade da Praia sugeriu que ela ficasse na capital e procurasse apoios para endereçar em uma universidade. Ela mostra-se favorável em querer ficar na cidade da Praia à procura de melhores condições de vida”, contou a cunhada que diz ser a única responsável de Maria até ao momento.

Maria Okolie mora neste momento com a sua cunhada que é também madrinha do seu filho, na ilha de São Nicolau. Francisca Andrade que desde a primeira hora incentivou a jovem a procurar a mãe disse que ambas estão em processo de “expediente” para que o reencontro aconteça o mais breve possível.

A mesma contou que a jovem tem recebido muito apoio moral, mas o apoio financeiro é escasso, tendo recebido neste momento somente um valor de 5 mil escudos de uma senhora.

 “Sempre na internet tem tido pessoas a entrar em contacto connosco, mas mesmo assim ainda não tivemos algum retorno”, disse.

Devido a falta de transporte marítimo, as jovens recorreram à deslocação via aérea e a informação que têm é que a próxima viagem acontece no dia 1 de agosto. Até lá, esperem receber mais apoios para se concretizar o tão aguardado encontro.

“Ela quer que eu a acompanhe à cidade da Praia porque ela praticamente não conhece ninguém, mas também tenho de regressar por conta dos meus filhos.

Recorde-se que na semana passada, a jovem Maria Amarachi da Lomba Gamboa Okolie procurou a comunicação social para fazer chegar a sua história e realizar o sonho de conhecer a mãe que a deixou quando esta tinha apenas 8 anos e que acreditava estar morta.

AC – Estagiária

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