Governo e ONUDI assinam programa que vai permitir criar empregos e dinamizar o tecido empresarial do país

11/07/2022 18:08 - Modificado em 11/07/2022 18:09
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O governo assinou esta segunda-feira com a Organização das Nações Unidas para o Desenvolvimento Industrial (ONUDI) um documento – “Programa do País 2022- 2026”, que, segundo o Primeiro-Ministro, será importante para Cabo Verde. Ulisses Correia e Silva garante que este protocolo vai possibilitar criar as condições para um desenvolvimento industrial que permita criar empregos e dinamizar o tecido empresarial.

Em nota, o PM avançou que a sua implementação será feita essencialmente pelo setor privado, através das condições que o Governo criará para que as pequenas, médias e grandes empresas possam investir fortemente numa indústria verde, com energias renováveis, estratégia de água sustentável, transportes eficientes e com perspetiva para integração no mercado regional.

O governo, indicou, quer uma Indústria inteligente, sustentável que crie condições de exportação que o país tanto precisa.

E o programa, explicou, vai no sentido de promovermos uma indústria de elevada produtividade, que abrange a formação, o conhecimento, a investigação, a digitalização, e identifica os fatores sobre os quais devemos atuar: capital humano, capacitação institucional, eficiência energética, entre outros fatores.

“Já temos potencial, como na indústria farmacêutica, indústria extrativa, (fase de negociação para a retoma da exploração e concessão da extração de pozolana em Santo Antão), indústria pesqueira, precisamos agora de escala e dimensão, o que vai ao encontro dos propósitos do programa”, disse o governante.

Segundo o diretor regional da ONUDI, ChristopheYvetot, que se deslocou a Cabo Verde de propósito para o ato de assinatura, o programa assenta em três áreas importantes, nomeadamente o reforço de capacidades institucional e comercial, a elevação desenvolvimento da industrial para nível 4.0 e o crescimento resiliente e neutro em carbono, e economia circular.

Integra ainda de forma transversal a perspetiva de género, a juventude e resposta às crises.

NN/Inforpress

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