Câmara de Comercio do Barlavento considera oportunas as recentes medidas complementares anunciadas pelo governo

21/06/2022 23:00 - Modificado em 21/06/2022 23:00

O presidente da Câmara de Comercio do Barlavento (CCB) considerou que a decisão de intervir no mecanismo de fixação dos preços dos combustíveis e de amortecer os impactos da subida dos preços dos alimentos junto da população, é a mais ajustada no contexto de crise que o país atravessa.

O presidente da CCB reagia às medidas anunciadas, ontem, pelo governo para mitigar os feitos da escalada dos preços dos combustíveis e dos bens de primeira necessidade no poder de compra dos cabo-verdianos.

Jorge Pimenta Maurício entende que para já não faz sentido repassar os preços aos consumidores, mas se tal vier a acontecer os empresários vão estar ao lado do governo no apoio aos mais vulneráveis.

“Se estivermos daqui a um ano em situação muito mais complicada, onde eventualmente o poder de compra, pode vir a ser mais difícil para quem mais necessita, nós também estaremos aqui para apoiar e suportar os que de facto mais necessitam”, sublinhou.

Quanto a situação de emergência económica e social no país decretada pelo governo, o presidente da CCB diz que a medida é oportuna que “permite ao país acionar ajuda dos parceiros sociais de crescimento e de desenvolvimento económico”.

Jorge Maurício mencionou ainda que este é também um mecanismo de mobilização de recursos. “A ideia é muito boa, é oportuno, é um sentido de oportunidade do  governo da qual as câmaras de comercio dão o total suporte”, afirmou.

Este dirigente acredita que é preciso “amortecer” os efeitos das crises sucessivas e em simultâneo acreditar na capacidade dos empresários, dos governantes, dos líderes, dos decisores em Cabo Verde “para empreender e ultrapassar as dificuldades que nós enfrentamos.”

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