CCSL disponível para diálogo com a UNTC-CS na defesa dos interesses dos trabalhadores

1/05/2022 21:58 - Modificado em 1/05/2022 21:59
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O presidente da Confederação Cabo-verdiana dos Sindicatos Livres (CCSL), José Manuel Vaz, mostrou-se este domingo disponível para dialogar com a central sindical UNTC-CS na defesa dos direitos, interesses dos trabalhadores cabo-verdianos e na reposição do poder de compra dos mesmos.

“Nós estamos sempre abertos porque quando mais unidos estiverem os sindicatos, as centrais sindicais nos pontos em que convergem, será melhor para os trabalhadores cabo-verdianos e para Cabo Verde”, declarou o líder do CCSL que falava em conferência de imprensa na cidade da Praia, alusivo ao 1º de Maio, Dia Internacional dos Trabalhadores, que se assinala hoje,

Este dirigente afirmou que os trabalhadores cabo-verdianos comemoram o 1 de Maio deste ano sob o signo de “muitas dificuldades, incertezas e preocupações” motivadas fundamentalmente pela pandemia da covid-19 e agora com a invasão da Rússia à Ucrânia.

Abordando o nível de relacionamento entre os sindicatos filiados na CCSL, disse que na referida central sindical não existem conflitos, mas sim divergências que “são normais” e que sempre há entendimento entre a CCSL e os sindicatos.

Questionado se a proposta de reposição do poder de compra dos cabo-verdianos será um ganho, isto quando as centrais sindicais e os sindicatos não estão alinhados na luta dos direitos dos trabalhadores, José Manuel Vaz afirmou que está “aberto para o diálogo”na resolução dos problemas que afetam os cabo-verdianos, principalmente no que se refere ao “poder de compra” que precisa ser revisto.

Relativamente ao apelo do Presidente da República, José Maria Neves, para o reforço das instituições sindicais e união da classe, afirmou que tem toda a razão de ser, isto porque, sustentou, os sindicatos são instituições dos trabalhadores que visam promover e defender os direitos e interesses dos mesmos. 

José Manuel Vaz acrescentou ainda que os sindicatos dos diversos sectores, as centrais sindicais devem evitar situações que deixem transparecer divisão e fragilidade e sim unirem-se na defesa e interesse dos direitos dos trabalhadores.

NN/Inforpress

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