Forças Armadas: CEMFA Anildo Morais diz que deixa uma instituição com muitos ganhos

16/01/2022 23:58 - Modificado em 16/01/2022 23:59
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O Chefe do Estado-Maior das Forças Armadas de Cabo Verde, o Major-general, Anildo Morais garantiu que após completar seis anos a desempenhar as mesmas funções, no cargo desde de 2016 e reconduzido em 2019, deixa o comando das Forças Armadas, apontando muitos ganhos para a instituição.

Anildo Morais assegurou que durante o tempo que esteve à frente dos desígnios da instituição elegeu “como prioridade o homem, o recurso mais valioso e indispensável, sobre os quais se centrou a ação de comando”.
Anildo Morais, que discursava no acto central da celebração dos 55 anos das Forças Armadas em São Vicente, enumerou, desta forma, melhorias feitas ao longo destes seis anos. 

“Com apoio do governo melhoramos as condições de vida e trabalho nos quartéis e valorizamos a carreira militar com a aprovação do novo estatuto dos militares. Modernizamos o sistema de disciplina e inúmeros regulamentos militares”, elencou o Major-general.

Para o responsável da instituição castrense, foi aprovado um novo sistema de avaliação do mérito e desempenho dos militares que pretende ser mais justo e objectivo. “Conseguimos, ainda, padronizar o fardamento militar, aumentar as oportunidades de formação dos nossos militares e criar as condições para o normal desenvolvimento de carreiras”.

Também, implementou-se, prosseguiu a mesma fonte, a gestão das Forças Armadas através do CIGOV, “conferindo uma maior organização eficiência e principalmente transparência na gestão da coisa pública, tudo foi possível graças ao empenho de toda a estrutura das Forças Armadas especialmente aos colaboradores directos.”

Para o CEMFA, a instituição cumpriu 55 anos na luta em prol da defesa do povo de Cabo Verdiano, assumindo nos momentos mais críticos na nossa história, um contributo decisivo para a edificação e preservação de um estado livre e independente.

“Assumiu desde de sempre um papel único e insubstituível na defesa do país e que nenhuma outra instituição poderia assumir. graças a excelência dos seus quadros, a nobreza de valores, a dignidade de caráter e princípios republicanos cultivados tem ocupado lugar de destaque na sociedade cabo-verdiana sendo uma instituição de grande prestígio junto do povo que serve”, salientou.

Regozija-se com a forma como a instituição castrense nacional tem sabido adaptar-se aos desafios que lhe são impostos e as exigências decorrentes da natureza das ameaças da situação política e económica do país e da evolução em matérias de missões não tradicionais, que regularmente é chamada a cumprir. “Conseguindo fazer tudo isso sem se descaracterizar ou enfraquecer a sua capacidade de intervenção”.

Portanto considera e afirma, que as Forças Armadas de Cabo Verde constitui, ainda, uma escola de valores, que são passadas de geração em geração e, que visa acima de tudo formar bons cidadãos, incutindo valores, tais quais sejam o patriotismo, a cidadania, a abnegação, o espírito de sacrifício, a camaradagem, coragem e a disciplina.

“Os nossos militares têm sido leais ao povo e à nação e souberam enfrentar sempre todas as dificuldades”, concluiu.

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