Covid-19: PM e PR apontam que melhor resposta contra a variante ómicron é a vacinação e pedem “fiscalização rigorosa”

5/01/2022 12:55 - Modificado em 5/01/2022 12:55

O Primeiro Ministro, Ulisses Correia e Silva e o Presidente da República José Maria Neves, voltaram hoje a insistir na necessidade de vacinação contra a pandemia, sobretudo com a nova variante ómicron que assola o país, reconhecendo que a situação sanitária “é grave” e pedem por isso “fiscalização rigorosa”.

A situação epidemiológica nas últimas três semanas agravou-se em Cabo Verde,  com o aparecimento da nova variante ómicron, o que levou Ulisses Correia e Silva, a insistir esta manhã, que face à gravidade da Covid-19, a “melhor resposta” é a vacinação, por isso instou todos os cidadãos, dos “12 anos até 100 anos ou mais” a vacinarem.

No entanto, reconheceu o “bom combate” à Covid-19, não deixando, por isso, de reconhecer o “incansável trabalho” sobretudo dos profissionais de Saúde que têm sido “determinantes” nesta luta. Reconheceu também todos os profissionais do Serviço Nacional de Proteção Civil e Bombeiros, as autarquias, as ONG ‘s, Igrejas, Comunicação Social pelo trabalho que têm estado a realizar na “prevenção e respostas” à crise pandémica.

A mesma fonte identificou também as empresas “que não desistiram de lutar e que mantiveram os postos de trabalho”. Na mesma linha deixou agradecimentos aos emigrantes que se mostraram “solidários” aumentando as suas remessas em “período difícil”.

“A situação sanitária é grave. A melhor resposta é a vacinação”, realçou.

Por sua vez, o Presidente da República, José Maria Neves admitiu que a situação sanitária “é grave”, tendo, por isso, instado a uma reflexão sobre a situação.

Para José Maria Neves, o “drástico aumento” de casos de Covid-19, nas últimas 3 semanas, pode estar relacionado com o relaxamento de medidas de distanciamento.

Reconheceu, no entanto, o “enorme esforço” do Governo de Ulisses Correia e Silva, num primeiro momento para adquirir os testes, mais tarde, as vacinas.

O PR pede “fiscalização rigorosa” das medidas sanitárias e advertiu que a autoridade “deve e tem que ser exercida”.

  1. Rui Duarte

    Aonde estavam as autoridades fiscalizadoras em outubro, nas campanhas presidenciais? Aonde estavam as Autoridades fiscalizadoras nas eleições legislativas? Esses dois senhores deviam ter vergonha em se dirigirem ao pais, depois das vergonhas que se submeteram em prol das campanhas, e ao meu ver, apesar de serem os ‘lideres’ do pais, não tem moral nenhuma em virem agora fazer comunicados oficiais condescendentes ao povo Cabo-verdiano. Não adianta falarem quando os próprios não são exemplo, e o exemplo vem ao de cima. A situação é má… péssima alias, mas se os ‘lideres’ não respeitam as medidas, como é que podem pedir ao povo que o façam. Hipócritas.

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