Sal – Delegado de Saúde “foram recolhidas amostras de material genético, mas não se conhecem ainda os resultados”

22/12/2021 01:37 - Modificado em 22/12/2021 01:37
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​José Rui Moreira, Delegado de Saúde, da ilha do Sal, em declarações ao NN, ainda sobre caso da morte de Eliane Pinto, de 13 anos de idade, encontrada morta nas proximidades ponto turístico “Monte Leão”, na ilha do Sal, considera que “no momento a única certeza que temos foi o que revelou a autópsia realizada no domingo, 13 que mostrou que a causa da morte foi afogamento e que a menina estava viva quando entrou no mar”.

Questionado sobre a suspeita de abuso sexual, informação que foi avançada logo quando a adolescente foi encontrada, afirma que “foram recolhidas amostras de material genético, mas não se conhecem ainda os resultados. É uma possibilidade em estudo.”

Para o delegado de saúde da ilha desde do primeiro momento, houve algum ruido em relação a forma como a notícia foi divulgada. “Primeiramente as pessoas e os jornais começaram a afirmar, sem dados e sem indícios de abuso sexual, que a criança foi violada e morta”.

Mas reafirma que no momento, só se pode afirmar com certeza que “ causa da morte foi afogamento e que a menina estava viva quando entrou no mar ”. Sustenta que o resto são especulações feitas pelas pessoas e que ele só se pronuncia sobre o que autópsia revelou.

Eliane Pinto, de 13 anos de idade, residente na localidade de Palha Verde, Santa Maria, saiu de casa logo pela manhã do dia 09 de dezembro de 2021 para assistir a uma aula na Escola Secundária local (CEMAM), o que não chegou a acontecer, pois mais tarde viria a ser encontrada morta nas proximidades do ponto turístico “Monte Leão”

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