CNDHC pede alas especificas nas prisões e melhor concertação entre os estabelecimentos prisionais e serviços de saúde

26/11/2021 00:21 - Modificado em 26/11/2021 00:23
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A Comissão Nacional dos Direitos Humanos e Cidadania (CNDHC) sugeriu hoje (25) a criação de alas específicas nas prisões e melhorar a concertação entre os estabelecimentos prisionais e serviços de saúde.

De acordo com a Presidente, Zaida Freitas na 54ª reunião plenária que decorre na Capital, em formato híbrido, a maioria das prisões estão superlotadas e nem todas têm enfermaria, e apresentam um número insuficiente de técnicos e agentes prisionais.

Uma situação que faz com que aos presos sejam prestados serviços de saúde deficitários, pondo em perigo a saúde dos reclusos que levam muito tempo para conseguirem  consultas de especialidade.

Uma outra situação é a permanência nas enfermarias por tempo demasiado longo, dos doentes mentais, e também o facto da situação de reclusão acabar por agravar a saúde deles e pôr em causa a própria segurança dos outros reclusos e das estruturas.

Para contornar essa situação, Freitas propõe a criação de alas específicas para os doentes mentais.

Ao longo do primeiro período de trabalho os novos comissários foram conferir posse e  aprovado um conjunto de instrumentos que irão facilitar algumas atividades para comemorar o Dia Internacional dos Direitos Humanos.

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